Apuração
Vereador · 2016 · PSDB

Adriano Reidel - Chapolin

Adriano Reidel · nasceu em 1980

Adriano Reidel - Chapolin disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Maratá (RS)), pelo PSDB: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,37← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPSDB2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 36 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Maratá (RS)
    PSDB 45045· centro-direita
    suplente45 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Adriano Reidel - Chapolin declarou R$ 154,3 mil em bens, em reais de hoje: 2,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 154,3 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 95.000 na declaração)

Declarou 2,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.

  • Adriano Reidel - ChapolinR$ 154,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 154,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Adriano Reidel - Chapolin declarou ao TSE R$ 3,2 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Maratá (RS) · PSDB · suplente

De onde veio

R$ 3.157
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.157.
  1. PessoasR$ 2.02464,1%
  2. Próprio bolsoR$ 1.13335,9%

Para onde foi

R$ 3.157
O maior gasto foi com serviços: 74% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.157.
  1. ServiçosR$ 2.34874,4%
  2. TransporteR$ 62219,7%
  3. Material impressoR$ 1885,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Maratá (RS), 2016

Mediana da disputa: R$ 44,4 por voto. Quem venceu, Alexandre, gastou R$ 27,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 109; o mais barato, R$ 27,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.