Adriano Pichioni
nasceu em 1973
Adriano Pichioni se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSDB (2012), SOLIDARIEDADE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 47 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012Vice-prefeito · Iturama (MG)PSDB 45· centro-direitaNa chapa de Anderson Golfãochapa não eleita6.615 votos da chapa, 29,9%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Adriano Pichioni declarou R$ 2,9 mi em bens, em reais de hoje: 134 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 2,1 mi acima da inflação.
Declarou 134 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Adriano PichioniR$ 2,9 mi
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 8 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Bovinos rebanhoR$ 2 miRebanho e animais
- uma casa no jardim america em ituramaR$ 404,3 milCasa
- Veiculo S10R$ 158 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- uma chacara em Londrina no Esatado do ParanaR$ 143,6 milOutros bens imóveis
- Participação na empresa V7 LTDAR$ 86,2 milQuotas ou quinhões de capital
- Veiculo onixR$ 71,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Banco do brasilR$ 24,1 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Banco do brasilR$ 11,9 milOutros depósitos à vista e numerário
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2020, Adriano Pichioni declarou ao TSE R$ 9,9 mil em receitas, em reais de hoje, 71% de dinheiro público.
2020 · Vereador · Iturama (MG) · SOLIDARIEDADE · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 7.07671,3%
- Próprio bolsoR$ 2.26422,8%
- Outros candidatosR$ 5875,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 6.08565,2%
- ServiçosR$ 1.84019,7%
- InternetR$ 1.41515,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Iturama (MG), 2020
Adriano Pichioni: R$ 28,8 por voto (mediana da disputa, R$ 41,5). Quem venceu, Vilmar Barreto, gastou R$ 14,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 166; o mais barato, R$ 14,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Adriano Pichioni. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Dr Esdras PTR$ 23 mil · 136 votosR$ 166
- Edcleber Carvalho CIDADANIAR$ 28 mil · 201 votosR$ 141
- Adriana Morais SOLIDARIEDADER$ 9,1 mil · 69 votosR$ 132
- Dr. Sérgio Bento SOLIDARIEDADER$ 15 mil · 265 votosR$ 57,8
- Batoré PSCR$ 10 mil · 244 votosR$ 41,6
- Cidinha Longo SOLIDARIEDADER$ 9,1 mil · 220 votosR$ 41,5
- Hélio Correia SOLIDARIEDADER$ 13 mil · 308 votosR$ 41,4
- Tião Tiago SOLIDARIEDADER$ 16 mil · 471 votosR$ 33
- Adriano Pichioni SOLIDARIEDADER$ 9,3 mil · 324 votosR$ 28,8
- Aline Melo SOLIDARIEDADER$ 13 mil · 459 votosR$ 28,6
- Vilmar Barreto SOLIDARIEDADER$ 11 mil · 743 votosR$ 14,6
Votos por real
- 2020, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.