Apuração
Vereador · 2016 · PDT

Adriano da Vibe

Adriano Stoffel · nasceu em 1974

Adriano da Vibe disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Gaúcha do Norte (MT)), pelo PDT: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,22← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPDT2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 42 anos, ensino médio, comerciante, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PDT 12222· centro-esquerda
    suplente108 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Adriano da Vibe declarou R$ 187,7 mil em bens, em reais de hoje: 2,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso.

R$ 187,7 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 115.532 na declaração)

Declarou 2,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2016.

  • Adriano da VibeR$ 187,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 81,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 214,1 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 187,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Adriano da Vibe declarou ao TSE R$ 7,9 mil em receitas, em reais de hoje, 1,8% de dinheiro público.

2016 · Vereador · Gaúcha do Norte (MT) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 7.936
1,8% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.936.
  1. Outros candidatosR$ 3.25641%
  2. PessoasR$ 3.23840,8%
  3. Próprio bolsoR$ 1.29516,3%
  4. Fundo partidárioR$ 1461,8%

Para onde foi

R$ 7.918
O maior gasto foi com transporte: 37% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.918.
  1. TransporteR$ 2.96337,4%
  2. ServiçosR$ 1.61920,4%
  3. PessoalR$ 1.33716,9%
  4. OutrosR$ 1.29516,4%
  5. Material impressoR$ 6988,8%
  6. EscritórioR$ 50,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Gaúcha do Norte (MT), 2016

Adriano Da Vibe: R$ 73,3 por voto (mediana da disputa, R$ 170). Quem venceu, Flávio Kunrath, gastou R$ 51,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 667; o mais barato, R$ 51,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Adriano Da Vibe. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Maria Ildenes De Sena PDTR$ 8 mil · 12 votosR$ 667
  • Cleber Fotografo PDTR$ 8,1 mil · 36 votosR$ 225
  • Debora Kessler PDTR$ 7,7 mil · 35 votosR$ 220
  • Genesio Roberto DEMR$ 8,7 mil · 46 votosR$ 188
  • Lucia Weizenmann DEMR$ 8,3 mil · 47 votosR$ 176
  • Adelio Cozer PSDBR$ 8,6 mil · 50 votosR$ 172
  • Cesar Icaros PDTR$ 8,3 mil · 49 votosR$ 170
  • Sergio Ues MDBR$ 7,9 mil · 48 votosR$ 164
  • Tomais PPR$ 8,8 mil · 59 votosR$ 150
  • Adriano Da Vibe PDTR$ 7,9 mil · 108 votosR$ 73,3
  • Luciana Do Socó PROSR$ 8,9 mil · 123 votosR$ 72
  • Flávio Kunrath DEMR$ 8,5 mil · 165 votosR$ 51,4

Votos por real

  • 2016, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.