Adriano da Oficina
Adriano da Silva Barros · nasceu em 1973
Adriano da Oficina se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: DEM (2016–2020), SOLIDARIEDADE (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 51 anos, até o fundamental, motorista particular, cor parda. A cor declarada mudou: preta em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Adriano da Oficina declarou R$ 55,2 mil em bens, em reais de hoje: 4,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 4,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- Adriano da OficinaR$ 55,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Adriano da Oficina declarou ao TSE R$ 7,3 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Entre Rios (BA) · DEM · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 6.44488,6%
- Outros candidatosR$ 4996,9%
- PessoasR$ 3294,5%
Para onde foi
- TransporteR$ 1.76524,3%
- PessoalR$ 1.61122,2%
- EventosR$ 1.57221,6%
- Material impressoR$ 1.38819,1%
- ServiçosR$ 73510,1%
- EscritórioR$ 2012,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Entre Rios (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 33 por voto. Quem venceu, Tarcio Almeida, gastou R$ 15,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 201; o mais barato, R$ 15,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Suzana PSDR$ 10 mil · 52 votosR$ 201
- Joaquim Mendes CIDADANIAR$ 13 mil · 137 votosR$ 93,7
- Arnou Do Sindicato PTBR$ 16 mil · 252 votosR$ 62,4
- Marcelo Farias PSDBR$ 16 mil · 346 votosR$ 46,4
- Marquinhos PSDBR$ 16 mil · 357 votosR$ 46
- Filipe Argolo SOLIDARIEDADER$ 23 mil · 559 votosR$ 41
- Gilvan De Gerônimo PODER$ 9,3 mil · 282 votosR$ 33
- Galego PSDR$ 12 mil · 380 votosR$ 32,1
- Leo Oliveira PSDR$ 10 mil · 334 votosR$ 30,7
- Professor Dede PODER$ 23 mil · 759 votosR$ 30,5
- Israel Lobato DEMR$ 8,9 mil · 509 votosR$ 17,5
- Tarcio Almeida PSDR$ 11 mil · 736 votosR$ 15,6
Votos por real
- 2016, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.