Admilson da Farmacia
Admilson Jose Ferreira · nasceu em 1975
Admilson da Farmacia se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 2.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 37 anos, ensino médio, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Admilson da Farmacia declarou R$ 396,8 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2012.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.
- Admilson da FarmaciaR$ 396,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Uma casa em construcao na rua monsenhor pauloR$ 328,7 milConstrução
- Um lote rua monsenhor pauloR$ 65,7 milTerreno
- Saldo caderneta de poupanca caixa economica federal ag…R$ 2.242Caderneta de poupança
- Saldo conta corrente no banco do brasilR$ 101Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Admilson da Farmacia declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 12 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Campanha (MG) · PT · eleito
De onde veio
- Outros candidatosTudo de Lázaro Roberto Da SilvaR$ 3.96040%
- Próprio bolsoR$ 3.60736,4%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 2.16621,9%
- PartidoR$ 1731,7%
Para onde foi
- Transporte1 pessoas, não nomeadasR$ 2.16621,9%
- Rádio, TV e vídeoTudo de Fabrica De Sons Ltda MeR$ 6506,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Campanha (MG), 2012
Admilson Da Farmacia: R$ 43,1 por voto (mediana da disputa, R$ 36,8). Quem venceu, Toninho Leopoldino, gastou R$ 7,53 por voto. O voto mais caro custou R$ 254; o mais barato, R$ 7,53.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Admilson Da Farmacia. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Hortagnan DEMR$ 21 mil · 81 votosR$ 254
- Valdeli REPUBLICANOSR$ 11 mil · 115 votosR$ 94,5
- Carneiro Da Comprem CIDADANIAR$ 4,6 mil · 64 votosR$ 72,5
- Vitoria Rezende MDBR$ 14 mil · 202 votosR$ 67,7
- Dudu Ayres PTR$ 7,5 mil · 131 votosR$ 56,9
- Admilson Da Farmacia PTR$ 9,9 mil · 230 votosR$ 43,1
- Pedrinho Do Alvorada MDBR$ 11 mil · 291 votosR$ 36,8
- Marco Pinto MDBR$ 4,5 mil · 123 votosR$ 36,5
- Antonio Flavio Fonseca PVR$ 8,7 mil · 266 votosR$ 32,7
- Valeria Do Sindicato PSDBR$ 8,9 mil · 278 votosR$ 32,2
- Gilson Prock PSDBR$ 8,8 mil · 277 votosR$ 31,6
- Toninho Leopoldino PSBR$ 4,6 mil · 613 votosR$ 7,53
Votos por real
- 2012, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 196 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.