Apuração
Vereador · 2020 · PDT

Adilson Tareco

Adilson de Oliveira · nasceu em 1978

Adilson Tareco disputou uma eleição, em 2020, para vereador (Campo Bom (RS)), pelo PDT: eleito.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,22← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPDT2020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 42 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Campo Bom (RS)
    PDT 12000· centro-esquerda
    eleito889 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Adilson Tareco declarou R$ 16,2 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 16,2 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 11.300 na declaração)

Declarou 28% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.

  • Adilson TarecoR$ 16,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 16,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2020, Adilson Tareco declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, em reais de hoje, 3% de dinheiro público.

2020 · Vereador · Campo Bom (RS) · PDT · eleito

De onde veio

R$ 22,3 mil
3% veio de fundos públicos; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 22,3 mil.
  1. Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 17,8 mil79,6%
  2. PartidoTudo de Partido Democratico TrabalhistaR$ 2.81912,6%
  3. Outros candidatosR$ 1.0054,5%
  4. Fundo partidárioR$ 6793%
  5. Próprio bolsoR$ 450,2%

Para onde foi

R$ 16,5 mil
O maior gasto foi com material impresso: 94% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 16,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeoR$ 7084,3%
  2. EscritórioR$ 2181,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Campo Bom (RS), 2020

Adilson Tareco: R$ 18,5 por voto (mediana da disputa, R$ 19,2). Quem venceu, João Paulo, gastou R$ 8,99 por voto. O voto mais caro custou R$ 283; o mais barato, R$ 8,99.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Adilson Tareco. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Paulo Leites PSBR$ 14 mil · 50 votosR$ 283
  • Isabel Klaus PSDBR$ 11 mil · 42 votosR$ 270
  • Silvio Santos MDBR$ 10 mil · 154 votosR$ 66,6
  • Luis Schorn REPUBLICANOSR$ 21 mil · 457 votosR$ 45
  • Professor Beto PDTR$ 13 mil · 434 votosR$ 29,8
  • Joceli Fragoso PTBR$ 17 mil · 595 votosR$ 28,1
  • Dr Tigre PPR$ 12 mil · 646 votosR$ 19,2
  • Adilson Tareco PDTR$ 16 mil · 889 votosR$ 18,5
  • Professora Sandra Orth PSDBR$ 12 mil · 717 votosR$ 17,2
  • Jerri Moraes MDBR$ 15 mil · 1.170 votosR$ 12,6
  • Kayanne Braga PTBR$ 14 mil · 1.456 votosR$ 9,83
  • João Paulo MDBR$ 13 mil · 1.406 votosR$ 8,99

Votos por real

  • 2020, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.