Adilson Natali
Francisco Adilson Natali · nasceu em 1939
Adilson Natali disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Caçapava (SP)), pelo MDB: não eleito.
Centro, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 65 anos, superior completo, presidente da republica, ministro de estado, governador e prefeito. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Adilson Natali declarou ao TSE R$ 240 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Caçapava (SP) · MDB · não eleito
De onde veio
- Pessoas9 pessoas, não nomeadasR$ 169,4 mil70,5%
- Próprio bolsoR$ 71 mil29,5%
Para onde foi
- OutrosR$ 6.3072,6%
Quanto custou cada voto: prefeito, Caçapava (SP), 2004
Adilson Natali: R$ 34,1 por voto (mediana da disputa, R$ 23,2). Quem venceu, Vilela, gastou R$ 12,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 34,1; o mais barato, R$ 12,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Adilson Natali. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Adilson Natali MDBR$ 240 mil · 7.047 votosR$ 34,1
- Dr. Paulo PTR$ 226 mil · 9.722 votosR$ 23,2
- Vilela DEMR$ 374 mil · 29.078 votosR$ 12,8
Votos por real
- 2004, prefeito: 29 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.