Adilson Mateus da Silva
nasceu em 1984
Adilson Mateus da Silva se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 36 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Adilson Mateus da Silva declarou R$ 456,9 mil em bens, em reais de hoje: 8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 304,1 mil acima da inflação.
Declarou 8 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Adilson Mateus da SilvaR$ 456,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 10 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Uma casa de alvenaria medindo 60M²R$ 114,9 milCasa
- Um trator massey fergunsonR$ 109,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Implementos agrícolasR$ 103,4 milOutros bens e direitos
- 3 Fornos de estufaR$ 43,1 milBenfeitorias
- Um automovel golR$ 39,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Casa de madeira medindo 80M² em linha cerro queimadoR$ 28,7 milCasa
- Um paiol de madeira medindo 48M² em linha cerro queimadoR$ 7.182Benfeitorias
- Uma moto cg titanR$ 6.464Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Em éspecie- moeda nacionalR$ 2.873Dinheiro em espécie
- Um galinheiro de madeiraR$ 1.436Benfeitorias
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Adilson Mateus da Silva declarou ao TSE R$ 3,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 2,4 mil, 22% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Segredo (RS) · PP · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 67957,8%
- ServiçosR$ 49542,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Segredo (RS), 2020
Adilson Mateus Da Silva: R$ 4,98 por voto (mediana da disputa, R$ 5,15). Quem venceu, Robattini, gastou R$ 3,01 por voto. O voto mais caro custou R$ 51,4; o mais barato, R$ 3,01.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Adilson Mateus Da Silva. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nadiane Speth PPR$ 771 · 15 votosR$ 51,4
- Mauricio Unfer Bocão PPR$ 771 · 34 votosR$ 22,7
- Juarez Antonio Arcari PPR$ 892 · 80 votosR$ 11,1
- Lisandra Mergen PPR$ 3,2 mil · 494 votosR$ 6,43
- Silvio Antonio Baierle PPR$ 2 mil · 330 votosR$ 6,03
- Alair Rodrigues MDBR$ 785 · 139 votosR$ 5,65
- Nanica PPR$ 2,3 mil · 443 votosR$ 5,15
- Adilson Mateus Da Silva PPR$ 1,2 mil · 236 votosR$ 4,98
- Renato Paulo Mergen PPR$ 1,1 mil · 241 votosR$ 4,49
- Piriquito PPR$ 2 mil · 454 votosR$ 4,38
- Maicon Ecke MDBR$ 764 · 179 votosR$ 4,27
- Robattini MDBR$ 750 · 249 votosR$ 3,01
Votos por real
- 2020, vereador: 201 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 88 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.