Adilson dos Santos
Adilson Luiz dos Santos · nasceu em 1962
Adilson dos Santos se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 2 partidos: DEM (2004–2008), PODE (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 62 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Adilson dos Santos declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje: 47 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 915,3 mil acima da inflação.
Declarou 47 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- Adilson dos SantosR$ 1,3 mi
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 5 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- SÍTIO DE 27haR$ 662,8 milOutros bens imóveis rural
- Imóvel residencial na rua manoel luiz brandãoR$ 386,6 milCasa
- Imóvel residencial na avenida argemiro barbosa da silvaR$ 165,7 milCasa
- Carro - fiat palio, ano 2012R$ 27,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Valor em conta correnteR$ 17,7 milConta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Adilson dos Santos declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 6 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Bonfinópolis de Minas (MG) · PODE · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 5.46890,9%
- Próprio bolsoR$ 5479,1%
Para onde foi
- PessoalR$ 4.37572,7%
- Material impressoR$ 1.09418,2%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2734,5%
- ServiçosR$ 2734,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Bonfinópolis de Minas (MG), 2024
Adilson Dos Santos: R$ 40,6 por voto (mediana da disputa, R$ 51,4). Quem venceu, Joca Palma, gastou R$ 18,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 547; o mais barato, R$ 18,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Adilson Dos Santos. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Hynngredy Alves PODER$ 5,5 mil · 10 votosR$ 547
- Zé Henrique PODER$ 5,5 mil · 14 votosR$ 391
- Andreia Da Pizzaria PODER$ 5,5 mil · 31 votosR$ 176
- Cida Do Restaurante SOLIDARIEDADER$ 5,5 mil · 47 votosR$ 116
- Nêubia Advogada PSDR$ 5,5 mil · 62 votosR$ 88,2
- Athos De Sandro SOLIDARIEDADER$ 5,5 mil · 76 votosR$ 72
- Wilma Professora PODER$ 5,5 mil · 107 votosR$ 51,4
- Adilson Dos Santos PODER$ 6 mil · 148 votosR$ 40,6
- Pedro César De Deuzair SOLIDARIEDADER$ 5,5 mil · 162 votosR$ 33,8
- Dilsão SOLIDARIEDADER$ 5,8 mil · 210 votosR$ 27,6
- Welton Ratinho PODER$ 5,5 mil · 207 votosR$ 26,4
- Joca Palma PSDR$ 5,9 mil · 319 votosR$ 18,5
Votos por real
- 2024, vereador: 25 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 67 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.