Adevaldo Filho
Adevaldo Dias da Rocha Filho · nasceu em 1986
Adevaldo Filho se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSOL.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, não eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 26 anos, superior completo, técnico em informática. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Adevaldo Filho declarou ao TSE R$ 1,3 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Prefeito · Açailândia (MA) · PSOL · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- OutrosTudo de Brafica E Editora BrasilR$ 1.07183,3%
- EscritórioR$ 21416,7%
Quanto custou cada voto: prefeito, Açailândia (MA), 2008
Adevaldo Filho: R$ 1,86 por voto (mediana da disputa, R$ 32,9). Quem venceu, Ildemar, gastou R$ 59,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 59,3; o mais barato, R$ 1,86.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Adevaldo Filho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ildemar PSDBR$ 1,8 milhão · 30.733 votosR$ 59,3
- Gleide REPUBLICANOSR$ 708 mil · 21.540 votosR$ 32,9
- Adevaldo Filho PSOLR$ 1,3 mil · 691 votosR$ 1,86
Votos por real
- 2008, prefeito: 538 votos por R$ 1.000, 18 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.