Apuração
Prefeito · 2024 · MDB

Ademir Alves

Ademir Alves Guilherme · nasceu em 1980

Ademir Alves se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2012PSB2016PTB2020PSD2024MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020.

Passou por 5 partidos: PSDB (2004), PSB (2012), PTB (2016), PSD (2020), MDB (2024).

PrefeitoVereadorPartidoPSDBPSBPTBPSDMDB’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, não eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 44 anos, superior incompleto, vereador, cor preta. A cor declarada mudou: preta em 2016, parda em 2020, preta em 2024. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Prefeito · Anastácio (MS)
    MDB 15· centro-direita
    não eleito2.359 votos, 17,9%
  2. 2020
    Vereador · Anastácio (MS)
    PSD 55000· direita
    eleito669 votos
  3. 2016
    Vereador · Anastácio (MS)
    PTB 14789· centro-direita
    suplente343 votos
  4. 2012
    Vereador · Anastácio (MS)
    PSB 40123· centro-esquerda
    suplente
  5. 2004
    Vereador · Anastácio (MS)
    PSDB 45645· centro-direita
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Ademir Alves declarou ao TSE R$ 122 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para prefeito: R$ 114 mil, 96% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Prefeito · Anastácio (MS) · MDB · não eleito

De onde veio

R$ 113,7 mil
96% veio de fundos públicos; 10 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 113,7 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Movimento Democratico Brasileiro - Brasil - Br - NacionalR$ 109,4 mil96,2%
  2. PessoasR$ 4.3753,8%

Para onde foi

R$ 109,4 mil
O maior gasto foi com material impresso: 71% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 109,4 mil.
  1. Material impressoTudo de 47.588.417 Weliton De Assis Dos ReisR$ 77,7 mil71%
  2. Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 31,7 mil29%
  3. EscritórioR$ 23< 0,1%

Quanto custou cada voto: prefeito, Anastácio (MS), 2024

Ademir Alves: R$ 46,4 por voto (mediana da disputa, R$ 55,5). Quem venceu, Cido, gastou R$ 55,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 77,1; o mais barato, R$ 46,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ademir Alves. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2024, prefeito: 22 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2020, vereador: 164 votos por R$ 1.000, 8,4 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 69 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.