Apuração
Vereador · 2012 · PHS

Ademilton Leal

Ademilton Alves Leal · nasceu em 1976

Ademilton Leal disputou uma eleição, em 2012, para vereador (Iturama (MG)), pelo PHS: eleito.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPHS+0,22← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPHS2012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 36 anos, ensino médio, empresário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Iturama (MG)
    PHS 31555· centro-direita
    eleito430 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Ademilton Leal declarou R$ 118,3 mil em bens, em reais de hoje: 3,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 118,3 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 54.000 na declaração)

Declarou 3,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.

  • Ademilton LealR$ 118,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 118,3 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Veículo uno way 2012R$ 46 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  2. Empresa no ramo de comunição visualR$ 43,8 mil
    Bens da atividade autônoma
  3. Veículo corsa wind ano 2000 modelo 2001R$ 24,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Carreta reboque para carroR$ 4.383
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Ademilton Leal declarou ao TSE R$ 37 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereador · Iturama (MG) · PHS · eleito

De onde veio

R$ 37 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1,7% identificado como fundo partidário; 6 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 37 mil.
  1. Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 13,4 mil36,1%
  2. Próprio bolsoR$ 9.84726,6%
  3. PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 8.49122,9%
  4. EmpresasR$ 4.67912,6%
  5. Fundo partidárioR$ 6331,7%

Para onde foi

R$ 37 mil
O maior gasto foi com material impresso: 54% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 37 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 4.67212,6%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 1.3003,5%
  3. EscritórioR$ 1080,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Iturama (MG), 2012

Ademilton Leal: R$ 86,1 por voto (mediana da disputa, R$ 97,1). Quem venceu, Ricardo Baiano, gastou R$ 39,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 264; o mais barato, R$ 39,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ademilton Leal. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.