Adelson
Adelson Claudino da Cunha · nasceu em 1967
Adelson se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PODE (2004), AVANTE (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 49 anos, superior completo, agente postal, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Adelson declarou R$ 563,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 278,7 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2016.
- AdelsonR$ 563,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 467,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 497,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa / residencialR$ 544,3 milCasa
- Uno mile eletronico ano 1994R$ 9.748Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Banco do brasilR$ 5.537Caderneta de poupança
- Caixa econômica federalR$ 4.005Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Adelson declarou ao TSE R$ 39 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 20 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Dores do Indaiá (MG) · AVANTE · não eleito
De onde veio
- Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 11,2 mil59,4%
- Próprio bolsoR$ 7.69140,6%
Para onde foi
- Material impressoTudo de Artes Graficas Indaia Ltda - MeR$ 13,9 mil73,6%
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 2.85015,1%
- TransporteTudo de Posto Tapuia Ltda - EppR$ 2.13411,3%
- OutrosR$ 100,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Dores do Indaiá (MG), 2016
Adelson: R$ 65,5 por voto (mediana da disputa, R$ 24,2). Quem venceu, Ronaldinho, gastou R$ 24,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 65,5; o mais barato, R$ 24.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Adelson. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Adelson AVANTER$ 19 mil · 289 votosR$ 65,5
- Ronaldinho MDBR$ 124 mil · 5.111 votosR$ 24,2
- Alex PHSR$ 67 mil · 2.801 votosR$ 24
Votos por real
- 2016, prefeito: 15 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 25 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 74 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.