Adelson
Manoel José da Silva · nasceu em 1966
Adelson se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSB (2002–2020), SOLIDARIEDADE (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 57 anos, ensino médio, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2008Vice-prefeito · Diadema (SP)PSB 45· centro-esquerdaNa chapa de José Augustochapa não eleita81.432 votos da chapa, 35,4%
- 2004Vice-prefeito · Diadema (SP)PSB 45· centro-esquerdaNa chapa de José Augustochapa não eleita106.263 votos da chapa, 48,5%; 2º turno, 49,9%
- 2002Deputado federal · São PauloPSB 4078· centro-esquerdasuplente10.114 votos; 217º mais votado de 703 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Adelson teve 10.114 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 217º lugar entre 703 candidatos.
Recebeu votos em 217 cidades. Diadema deu 57,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 88,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Adelson declarou R$ 30,2 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 2.191, já descontada a inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- AdelsonR$ 30,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Adelson declarou ao TSE R$ 39 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 22 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Diadema (SP) · PSB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Diadema (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 19,7 por voto. Quem venceu, Orlando Vitoriano, gastou R$ 9,31 por voto. O voto mais caro custou R$ 67; o mais barato, R$ 9,31.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Atevaldo Leitão PLR$ 91 mil · 1.353 votosR$ 67
- Dodo Amparado PSDBR$ 26 mil · 391 votosR$ 65,4
- Sandrinho De Diadema PSBR$ 27 mil · 504 votosR$ 54
- Lincoln PTR$ 45 mil · 1.053 votosR$ 42,5
- Luiz Paulo PLR$ 52 mil · 1.506 votosR$ 34,3
- Neno PTR$ 47 mil · 1.849 votosR$ 25,6
- Célio Boi PSBR$ 34 mil · 1.722 votosR$ 19,7
- Josa PTR$ 73 mil · 4.024 votosR$ 18,1
- Zé Antônio PTR$ 58 mil · 3.497 votosR$ 16,7
- Pastor Joao Gomes REPUBLICANOSR$ 59 mil · 3.578 votosR$ 16,5
- Eduardo Minas PROSR$ 27 mil · 2.233 votosR$ 12,1
- Orlando Vitoriano PTR$ 48 mil · 5.140 votosR$ 9,31
Votos por real
- 2016, vereador: 119 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2002, deputado federal: 459 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.