Adelino Rodrigues
Adelino Pedro Rodrigues · nasceu em 1946
Adelino Rodrigues se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSB (2002–2004), CIDADANIA (2008), PSB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 74 anos, superior completo, jornalista e redator, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · São PauloPSB 40222· centro-esquerda· na urna, Adelino Rodriguessuplente5.518 votos; 485º mais votado de 1.424 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Adelino Rodrigues teve 5.518 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 485º lugar entre 1.424 candidatos.
Recebeu votos em 134 cidades. Santos deu 81,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Adelino Rodrigues declarou R$ 412,4 mil em bens, em reais de hoje: 24 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 101,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 24 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Adelino RodriguesR$ 412,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Adelino Rodrigues declarou ao TSE R$ 147 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 62 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Santos (SP) · PSB · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 7.28868%
- PessoasR$ 3.42532%
Para onde foi
- Material impressoR$ 6.91776,4%
- ServiçosR$ 2.04222,6%
- EscritórioR$ 891%
Quanto custou cada voto: vereador, Santos (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 43,6 por voto. Quem venceu, Telma De Souza, gastou R$ 9,85 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.482; o mais barato, R$ 9,85.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Professora Priscila Mara PODER$ 283 mil · 191 votosR$ 1.482
- Elias Carneiro PSBR$ 133 mil · 630 votosR$ 211
- Paulo Mansur PPR$ 184 mil · 1.456 votosR$ 126
- Chico Nogueira PTR$ 98 mil · 1.366 votosR$ 71,5
- Rui De Rosis PSLR$ 171 mil · 3.694 votosR$ 46,4
- Ademir Pestana PSDBR$ 94 mil · 2.164 votosR$ 43,6
- Adilson Junior PPR$ 123 mil · 2.871 votosR$ 42,8
- Augusto Duarte PSDBR$ 81 mil · 2.014 votosR$ 40,3
- Zequinha Teixeira PPR$ 110 mil · 2.778 votosR$ 39,5
- Pastor Roberto De Jesus REPUBLICANOSR$ 103 mil · 2.720 votosR$ 38
- Telma De Souza PTR$ 83 mil · 8.381 votosR$ 9,85
Votos por real
- 2020, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 381 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.