Apuração
Vice-prefeito · 2008 · PP

Adelar Wilde

nasceu em 1973

Adelar Wilde se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,67← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PP2008PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Sempre pelo PP.

Vice-prefeitoVereadorPartidoPP200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2008, chapa eleita.

Declarou ao TSE em 2008: 35 anos, ensino médio, industrial. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vice-prefeito · Coronel Barros (RS)
    PP 11· direita
    Na chapa de Olivar Scherer
    chapa eleita1.021 votos da chapa, 51,1%
  2. 2004
    PP 11411· direita
    eleito192 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Adelar Wilde declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje.

R$ 1,1 mi
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 395.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 1,1 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Um terreno urbano 20X21 com casa de alvenaria de 158 M2…R$ 350,5 mil
    Imóveis
  2. Fração de terras com 65.000 M2 mat 39480R$ 269,6 mil
    Bens rurais e animais
  3. Um terreno urbano 12 x 36 com casa de 100 M2 +peça…R$ 134,8 mil
    Imóveis
  4. Veiculo ford ecosport xls 1.6 flex 2006 mod 2007R$ 121,3 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  5. Fração de terras com 25.000M2 mat 29.536R$ 107,9 mil
    Bens rurais e animais
  6. 50% Cotas de capital empresa aweg CNPJ 06998302/0001-87R$ 80,9 mil
    Empresas e participações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Adelar Wilde declarou ao TSE R$ 1,6 mil em receitas, em reais de hoje.

2004 · Vereador · Coronel Barros (RS) · PP · eleito

De onde veio

R$ 1.639
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.639.
  1. PartidoTudo de Diretório Municipal Do Partido Progressista De Coronel BarrosR$ 1.62999,4%
  2. Próprio bolsoR$ 100,6%

Para onde foi

R$ 1.639
O maior gasto foi com transporte: 81% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.639. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 30018,3%
  2. EscritórioR$ 70,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Coronel Barros (RS), 2004

Adelar Wilde: R$ 8,54 por voto (mediana da disputa, R$ 23,8). O voto mais caro custou R$ 125; o mais barato, R$ 8,54.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 117 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.