Apuração
Vereador · 2004 · MDB

Adeilton Prado

Adeilton Feliciano do Prado · nasceu em 1959

Adeilton Prado se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002MDB2004MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo MDB.

Dep. estadualVereadorPartidoMDB20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, suplente.

Declarou ao TSE em 2004: 45 anos, superior incompleto, comerciante. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    Vereador · Campo Grande (MS)
    MDB 15125· centro
    suplente
  2. 2002
    Deputado estadual · Mato Grosso do Sul
    MDB 15125· centro· na urna, Adeilton
    suplente3.659 votos; 66º mais votado de 210 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Adeilton Prado teve 3.659 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 66º lugar entre 210 candidatos.

Recebeu votos em 50 cidades. Campo Grande deu 73,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,2%.

3.659 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 3.659 votos.
  1. Campo Grande (MS)2.696 votos73,7%
  2. Paranaíba (MS)333 votos9,1%
  3. São Gabriel do Oeste (MS)71 votos1,9%
  4. Inocência (MS)59 votos1,6%
  5. Três Lagoas (MS)59 votos1,6%
  6. Outras 35 cidades139 votos3,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Adeilton Prado declarou ao TSE R$ 195 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 166 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Vereador · Campo Grande (MS) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 29,3 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 29,3 mil.
  1. EmpresasR$ 16,3 mil55,5%
  2. Outros candidatosR$ 9.77433,3%
  3. PessoasR$ 3.25811,1%
  4. OutrosR$ 3< 0,1%

Para onde foi

R$ 29,2 mil
O maior gasto foi com pessoal: 98% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 29,2 mil.
  1. PessoalR$ 28,5 mil97,6%
  2. TransporteR$ 4401,5%
  3. EscritórioR$ 2740,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Campo Grande (MS), 2004

Mediana da disputa: R$ 54,5 por voto. Quem venceu, Youssif, gastou R$ 32,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 164; o mais barato, R$ 32,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 22 votos por R$ 1.000, 58% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.