Apuração
Prefeito · 2004 · PL

Adegas

Carlos Eduardo Adegas · nasceu em 1956

Adegas se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,47← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PL2004PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PL.

Dep. estadualPrefeitoPartidoPL20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.

Declarou ao TSE em 2004: 48 anos, superior completo, engenheiro. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    Prefeito · Santos (SP)
    PL 22· direita
    não eleito2.501 votos, 1,0%
  2. 2002
    Deputado estadual · São Paulo
    PL 22666· direita
    suplente26.408 votos; 187º mais votado de 1.424 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Adegas teve 26.408 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 187º lugar entre 1.424 candidatos.

Recebeu votos em 239 cidades. Santos deu 47,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 85,3%.

26.408 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 26.408 votos.
  1. Santos (SP)12.469 votos47,2%
  2. São Paulo (SP)2.396 votos9,1%
  3. São Vicente (SP)2.171 votos8,2%
  4. Cubatão (SP)1.590 votos6%
  5. Guarujá (SP)620 votos2,3%
  6. Outras 224 cidades3.886 votos14,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Adegas declarou ao TSE R$ 455 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 259 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Prefeito · Santos (SP) · PL · não eleito

De onde veio

R$ 195,5 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 195,5 mil.
  1. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 162,9 mil83,3%
  2. EmpresasTudo de Ultrafértil S/AR$ 32,6 mil16,7%

Para onde foi

R$ 195,5 mil
O maior gasto foi com serviços: 34% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 195,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal43 pessoas, não nomeadasR$ 21,7 mil11,1%
  2. EventosTudo de J. R. Lopes Dos Reis Lanchonete - MeR$ 14,9 mil7,6%

Quanto custou cada voto: prefeito, Santos (SP), 2004

Adegas: R$ 78,2 por voto (mediana da disputa, R$ 16,8). Quem venceu, Papa, gastou R$ 47,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 78,2; o mais barato, R$ 0,41.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Adegas. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, prefeito: 13 votos por R$ 1.000, 23% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 102 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.