Apuração
Vice-prefeito · 2016 · PP

Adão Barros

Adão Almeida de Barros · nasceu em 1966

Adão Barros se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,36← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2008PDT2012PP2016PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.

Passou por 2 partidos: PDT (2004–2008), PP (2012–2016).

Vice-prefeitoVereadorPartidoPDTPP2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2016, chapa eleita.

Declarou ao TSE em 2016: 49 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PP 11· direita
    Na chapa de Mico Gonzatto
    chapa eleita1.301 votos da chapa, 54,9%
  2. 2012
    PP 11· direita
    Na chapa de Mico Gonzatto
    chapa eleita1.241 votos da chapa, 53,9%
  3. 2008
    PDT 12312· centro-esquerda
    eleito178 votos
  4. 2004
    PDT 12312· centro-esquerda
    eleito111 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Adão Barros declarou R$ 105,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 13,9 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 105,6 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 65.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 105,6 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. 30 Cabeças de gado bovinoR$ 48,7 mil
    Rebanho e animais
  2. 01 Ha de terras na localidade de nova floridaR$ 32,5 mil
    Terra nua
  3. Dinheiro em especie- moeda nacionalR$ 16,2 mil
    Dinheiro em espécie
  4. Moto yamaha ano 2005R$ 4.874
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Banco banrisul ag: 0412 conta: 3510506701R$ 3.249
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Adão Barros declarou ao TSE R$ 3,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 1,9 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Dezesseis de Novembro (RS) · PDT · eleito

De onde veio

R$ 1.869
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 1.869
O maior gasto foi com material impresso: 55% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.869.
  1. Material impressoTudo de Grafica CampinaR$ 1.03155,2%
  2. TransporteTudo de Antinini E Gambim LtdaR$ 83844,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Dezesseis de Novembro (RS), 2008

Adão Barros: R$ 10,5 por voto (mediana da disputa, R$ 18,2). O voto mais caro custou R$ 74,4; o mais barato, R$ 10,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 95 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 82 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.