Apuração
Vereadora · 2016 · MDB

Adalgisa C. Rezende Seneca

Adalgisa Maura Carvalho Rezende · nasceu em 1958

Adalgisa C. Rezende Seneca disputou uma eleição, em 2016, para vereadora (Cristal (RS)), pelo MDB: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,32← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadoraPartidoMDB2016
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 58 anos, superior incompleto, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereadora · Cristal (RS)
    MDB 15123· centro-direita
    suplente107 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Adalgisa C. Rezende Seneca declarou R$ 798,5 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 798,5 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 491.448 na declaração)

Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.

  • Adalgisa C. Rezende SenecaR$ 798,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 798,5 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Av. bento gonçalves pelotasR$ 406,2 mil
    Apartamento
  2. 1 Chacara 1 ha com casa de alvenariaR$ 243,7 mil
    Outros bens imóveis rural
  3. Rua canguçu - cristalR$ 81,2 mil
    Terreno
  4. Caixa economica federalR$ 42,8 mil
    Caderneta de poupança
  5. BanrisulR$ 9.756
    Conta corrente no país
  6. Caixa economica federalR$ 8.343
    Conta corrente no país
  7. Aposentadoria rgpsR$ 3.210
    Outros fundos
  8. Pensao ipergsR$ 3.209
    Outros fundos

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Adalgisa C. Rezende Seneca declarou ao TSE R$ 9,2 mil em receitas, em reais de hoje, 2% de dinheiro público.

2016 · Vereadora · Cristal (RS) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 9.168
2% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.168.
  1. Próprio bolsoR$ 5.55460,6%
  2. PessoasR$ 3.42937,4%
  3. Fundo partidárioR$ 1852%

Para onde foi

R$ 9.113
O maior gasto foi com pessoal: 29% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.113.
  1. PessoalR$ 2.66029,2%
  2. TransporteR$ 2.61728,7%
  3. Material impressoR$ 2.27525%
  4. ServiçosR$ 92310,1%
  5. Rádio, TV e vídeoR$ 5676,2%
  6. EscritórioR$ 710,8%

Quanto custou cada voto: vereadora, Cristal (RS), 2016

Adalgisa C. Rezende Seneca : R$ 85,2 por voto (mediana da disputa, R$ 49,4). Quem venceu, Delmar Maass Pedrão , gastou R$ 17,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 178; o mais barato, R$ 17,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Adalgisa C. Rezende Seneca . É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereadora: 12 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.