Adail
Adail Albuquerque de Souza · nasceu em 1940
Adail disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Montes Altos (MA)), pelo MDB: não eleito.
Centro, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 64 anos, ensino médio, servidor publico municipal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Adail declarou ao TSE R$ 65 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Montes Altos (MA) · MDB · não eleito
De onde veio
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 32,6 mil50%
- Próprio bolsoR$ 32,6 mil50%
Para onde foi
- Material impressoTudo de Grafica E Editora Tauá Ltda.R$ 32,6 mil50%
- Escritório2 pessoas, não nomeadasR$ 32,6 mil50%
Quanto custou cada voto: prefeito, Montes Altos (MA), 2004
Adail: R$ 1.417 por voto (mediana da disputa, R$ 48,3). Quem venceu, Patricia Castilho, gastou R$ 48,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.417; o mais barato, R$ 8,98.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Adail. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Adail MDBR$ 65 mil · 46 votosR$ 1.417
- Patricia Castilho DEMR$ 141 mil · 2.914 votosR$ 48,3
- Edilson Brito PSBR$ 22 mil · 2.464 votosR$ 8,98
Votos por real
- 2004, prefeito: 0,71 votos por R$ 1.000, 3% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.