Abade
Geovan Abade da Silva · nasceu em 1969
Abade se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PDT (2004), REPUBLICANOS (2016), PL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 51 anos, ensino médio, comerciante, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Abade declarou R$ 215,5 mil em bens, em reais de hoje: 30 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 28,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 30 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2020.
- AbadeR$ 215,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 90,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2020, Abade declarou ao TSE R$ 325 em receitas, em reais de hoje.
2020 · Vereador · América Dourada (BA) · PL · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, América Dourada (BA), 2020
Mediana da disputa: R$ 15 por voto. Quem venceu, Gê, gastou R$ 3,03 por voto. O voto mais caro custou R$ 52,8; o mais barato, R$ 3,03.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gileide Gomes PLR$ 2,9 mil · 54 votosR$ 52,8
- Cristiano Lampião PTR$ 9,9 mil · 225 votosR$ 44
- Presbitero Acacio Silva PSDR$ 2,4 mil · 65 votosR$ 37,4
- Pró Mariza PC do BR$ 1,9 mil · 66 votosR$ 28,3
- Ziane Lima PSDR$ 2,8 mil · 113 votosR$ 25,1
- Dione Do Mulungu PTR$ 4 mil · 222 votosR$ 18,1
- Cosme De Lié PTR$ 3,5 mil · 236 votosR$ 15
- Geovan Queiroz PC do BR$ 4,4 mil · 566 votosR$ 7,80
- Debora Do Sindicato PC do BR$ 1,9 mil · 293 votosR$ 6,38
- Eneda PC do BR$ 3,3 mil · 580 votosR$ 5,71
- Tomé PLR$ 1,9 mil · 620 votosR$ 3,09
- Gê PLR$ 2,1 mil · 695 votosR$ 3,03
Votos por real
- 2020, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.