Zilma de Tão
Zilma Pereira Souza · nasceu em 1980
Zilma de Tão se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleita em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PC do B (2008–2016), PP (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 40 anos, até o fundamental, dona de casa, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Zilma de Tão declarou R$ 201,1 mil em bens, em reais de hoje: 28 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.
Declarou 28 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2020.
- Zilma de TãoR$ 201,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 90,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Zilma de Tão declarou ao TSE R$ 4,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereadora: R$ 3,5 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Boa Nova (BA) · PP · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereadora, Boa Nova (BA), 2020
Mediana da disputa: R$ 1,30 por voto. Quem venceu, Adelino Do Gigante, gastou R$ 0,76 por voto. O voto mais caro custou R$ 7,20; o mais barato, R$ 0,76.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Edizio Da Saúde PSDR$ 800 · 111 votosR$ 7,20
- Dena PSDR$ 1,4 mil · 245 votosR$ 5,56
- Cacau PC do BR$ 815 · 232 votosR$ 3,51
- Hilário PDTR$ 545 · 253 votosR$ 2,15
- Thiago Andrade PSDR$ 1,1 mil · 638 votosR$ 1,72
- Zai Marreta PPR$ 521 · 372 votosR$ 1,40
- Helio Martins PC do BR$ 286 · 220 votosR$ 1,30
- Gueu De Janin PC do BR$ 640 · 547 votosR$ 1,17
- Genilson Do Sindicato PC do BR$ 403 · 353 votosR$ 1,14
- Renato Da Boa Vista PDTR$ 361 · 341 votosR$ 1,06
- Jardel Do Transporte PC do BR$ 342 · 432 votosR$ 0,79
- Adelino Do Gigante PSDR$ 283 · 374 votosR$ 0,76
Votos por real
- 2016, vereadora: 59 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.