Zeca Índio
José Gomes de Freitas · nasceu em 1957
Zeca Índio se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 63 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor indígena. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Zeca Índio declarou R$ 40,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 2.472 acima da inflação.
Mais da metade (58%) dos candidatos a vereador em Alagoas não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Zeca Índio declarou ao TSE R$ 30 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 22 mil, 79% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Maceió (AL) · DEM · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 17 mil78,7%
- Próprio bolsoR$ 4.59921,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 9.32655%
- ServiçosR$ 4.24625%
- PessoalR$ 2.83016,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 5663,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Maceió (AL), 2020
Mediana da disputa: R$ 43,1 por voto. Quem venceu, Kelmann, gastou R$ 29,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 271; o mais barato, R$ 29,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professora Joaninha PSBR$ 179 mil · 658 votosR$ 271
- Barbara Do Conexão PSDR$ 283 mil · 1.582 votosR$ 179
- Teca Nelma PSDBR$ 360 mil · 4.578 votosR$ 78,6
- Heloísa Helena REDER$ 354 mil · 5.267 votosR$ 67,2
- Flávio Moreno PSLR$ 212 mil · 3.585 votosR$ 59,1
- Eduardo Canuto PODER$ 203 mil · 4.687 votosR$ 43,3
- Olívia Tenório MDBR$ 197 mil · 4.562 votosR$ 43,1
- Zé Marcio Filho PSDR$ 212 mil · 5.073 votosR$ 41,8
- Francisco Sales PSBR$ 255 mil · 6.482 votosR$ 39,4
- Aparecida Do Luiz Pedro PPR$ 182 mil · 5.386 votosR$ 33,9
- Fernando Hollanda MDBR$ 214 mil · 6.343 votosR$ 33,8
- Kelmann PODER$ 249 mil · 8.522 votosR$ 29,2
Votos por real
- 2020, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.