Zé Nicodemos
Jose Nicodemos da Silva · nasceu em 1950
Zé Nicodemos se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 4.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012 e 2016.
Passou por 4 partidos: PTB (2004–2008), MDB (2012–2016), DEM (2020), PT (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 74 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020Vice-prefeito · Congonhas do Norte (MG)DEM 70· direita· na urna, José NicodemosNa chapa de Ricardo de João Levychapa não eleita1.160 votos da chapa, 40,8%
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Zé Nicodemos declarou R$ 861,7 mil em bens, em reais de hoje: 32 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 678,3 mil acima da inflação.
Declarou 32 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- Zé NicodemosR$ 861,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 6 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Sitio sagradoR$ 552,3 milOutros bens e direitos
- CasaR$ 110,5 milCasa
- Carro fiat strada 2014R$ 60,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- CasaR$ 55,2 milCasa
- CasaR$ 55,2 milCasa
- Fiat strada 2011R$ 27,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Zé Nicodemos declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 13 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Congonhas do Norte (MG) · PT · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2024.
Quanto custou cada voto: vereador, Congonhas do Norte (MG), 2024
Mediana da disputa: R$ 24,9 por voto. Quem venceu, Valtinho Cabelereiro, gastou R$ 1,08 por voto. O voto mais caro custou R$ 342; o mais barato, R$ 1,08.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Vivi Rosinha PRDR$ 11 mil · 32 votosR$ 342
- Zico De Alves PRDR$ 11 mil · 60 votosR$ 182
- Leandro De Adalmo REDER$ 11 mil · 150 votosR$ 72,9
- Anderlene Da Saude PRDR$ 11 mil · 157 votosR$ 69,6
- Emerson De Luiz PRDR$ 941 · 25 votosR$ 37,6
- Chica De Virginio PPR$ 186 · 7 votosR$ 26,6
- Hugo De Claudia De Baita PPR$ 3 mil · 119 votosR$ 24,9
- Nelmir De Zé Raimundo AVANTER$ 755 · 99 votosR$ 7,62
- Xalerinha De Joaquim Levino PPR$ 372 · 56 votosR$ 6,64
- Val De Amelia PRDR$ 372 · 63 votosR$ 5,90
- Nivaldo De Salu UNIÃOR$ 230 · 123 votosR$ 1,87
- Valtinho Cabelereiro PSDR$ 213 · 197 votosR$ 1,08
Votos por real
- 2016, vereador: 16 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 147 votos por R$ 1.000, 5,7 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 122 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 100 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.