Zé Neguinho
Reynaldo Oliveira dos Santos · nasceu em 1948
Zé Neguinho se candidatou em 7 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 5 partidos: CIDADANIA (2004–2012), REPUBLICANOS (2014), PP (2016), PSB (2020), PRD (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 76 anos, até o fundamental, pescador, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2014Deputado estadual · BahiaREPUBLICANOS 10655· direitasuplente5.191 votos; 175º mais votado de 578 no estado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Zé Neguinho teve 5.191 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 175º lugar entre 578 candidatos.
Recebeu votos em 60 cidades. Ilhéus deu 83,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Zé Neguinho declarou R$ 79 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 8.900 acima da inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2020.
- Zé NeguinhoR$ 79 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 90,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 7 campanhas com contas prestadas, Zé Neguinho declarou ao TSE R$ 121 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 28 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Ilhéus (BA) · PRD · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2024.
Quanto custou cada voto: vereador, Ilhéus (BA), 2024
Mediana da disputa: R$ 72,9 por voto. Quem venceu, Paulo Carqueija, gastou R$ 26,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 455; o mais barato, R$ 26,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Shayra Quarteto Da Resistência PSOLR$ 61 mil · 134 votosR$ 455
- Érika Nabuco PLR$ 69 mil · 169 votosR$ 411
- Bernadete PSOLR$ 60 mil · 320 votosR$ 186
- Thiago Martins PLR$ 153 mil · 1.059 votosR$ 144
- Cláudio Magalhães PC do BR$ 102 mil · 944 votosR$ 108
- Nem Toldos UNIÃOR$ 86 mil · 854 votosR$ 100
- Sonilda Mello UNIÃOR$ 64 mil · 880 votosR$ 72,9
- Professora Enilda PTR$ 112 mil · 1.746 votosR$ 64,3
- Josemar Cardoso REPUBLICANOSR$ 60 mil · 1.154 votosR$ 51,9
- Adilson José PTR$ 52 mil · 1.237 votosR$ 41,7
- Dr Tandick UNIÃOR$ 48 mil · 1.686 votosR$ 28,6
- Paulo Carqueija PSDR$ 49 mil · 1.826 votosR$ 26,6
Votos por real
- 2020, vereador: 176 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 297 votos por R$ 1.000, 4,4 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.