Zé Mauro do Onibus
José Mario Rodrigues · nasceu em 1951
Zé Mauro do Onibus se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PTB (2004), CIDADANIA (2008–2012), PC do B (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 65 anos, até o fundamental, servidor público civil aposentado, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Zé Mauro do Onibus declarou R$ 66,9 mil em bens, em reais de hoje: 2,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 13 mil acima da inflação.
Declarou 2,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Zé Mauro do OnibusR$ 66,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Zé Mauro do Onibus declarou ao TSE R$ 2,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 1,1 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Rio Novo (MG) · PC do B · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 28796,7%
- EscritórioR$ 103,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Rio Novo (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 41,1 por voto. Quem venceu, Eduardo Miranda, gastou R$ 13,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 170; o mais barato, R$ 13,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Kuquinha Da Excursão DEMR$ 6,6 mil · 39 votosR$ 170
- Fernandinho PSBR$ 5,7 mil · 57 votosR$ 100
- Zezé Da Kombi PSDR$ 4,1 mil · 42 votosR$ 97,2
- Thales Catatal PSBR$ 5,1 mil · 83 votosR$ 61,8
- Valtinho Alemão CIDADANIAR$ 12 mil · 222 votosR$ 56,2
- Leandro Colombinho PSDR$ 5,2 mil · 124 votosR$ 42,2
- Carlinho Do Táxi DEMR$ 4,6 mil · 112 votosR$ 41,1
- Coité PHSR$ 8,1 mil · 241 votosR$ 33,7
- Chico Doido PPR$ 4,1 mil · 152 votosR$ 26,9
- Dionísio Da Dalt PTR$ 7,7 mil · 307 votosR$ 25
- Guilherme Nogueira PPR$ 6,6 mil · 350 votosR$ 18,9
- Eduardo Miranda PPR$ 3,6 mil · 276 votosR$ 13,2
Votos por real
- 2016, vereador: 92 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 63 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 93 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.