Apuração
Vereador · 2008 · MDB

Zé Mandioca

José Eunício Guedes · nasceu em 1952

Zé Mandioca se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Sempre pelo MDB.

VereadorPartidoMDB200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 56 anos, até o fundamental. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    MDB 15505· centro
    suplente54 votos
  2. 2004
    MDB 15055· centro
    eleito163 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Zé Mandioca declarou R$ 43,1 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 43,1 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 16.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.

  • Zé MandiocaR$ 43,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 43,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Zé Mandioca declarou ao TSE R$ 214 em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Conceição da Barra de Minas (MG) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 214
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 214
O maior gasto foi com outros: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Conceição da Barra de Minas (MG), 2008

Mediana da disputa: R$ 21,7 por voto. Quem venceu, Rogério, gastou R$ 8,85 por voto. O voto mais caro custou R$ 92; o mais barato, R$ 8,85.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Cacá PTR$ 736 · 8 votosR$ 92
  • Venira PTR$ 1 mil · 14 votosR$ 72,5
  • João Bosco Professor MDBR$ 817 · 19 votosR$ 43
  • Elpídio MDBR$ 723 · 17 votosR$ 42,5
  • Edvaldo Neves DEMR$ 1,2 mil · 30 votosR$ 39,3
  • Sidney Do Toniquinho MDBR$ 1,6 mil · 41 votosR$ 38,3
  • Celsinho Do Luís Da Copasa PPR$ 910 · 42 votosR$ 21,7
  • Ladinho Borges PTR$ 1 mil · 62 votosR$ 16,4
  • Chiquito Gustavo PTR$ 956 · 66 votosR$ 14,5
  • Geraldinho PPR$ 669 · 52 votosR$ 12,9
  • Sérgio Moura MDBR$ 667 · 63 votosR$ 10,6
  • Rogério PTR$ 1,5 mil · 166 votosR$ 8,85

Votos por real

  • 2008, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.