Zé Gordo
José Geraldo Rodrigues · nasceu em 1964
Zé Gordo disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Pouso Alto (MG)), pelo PDT: suplente.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 51 anos, até o fundamental, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Zé Gordo declarou R$ 324,9 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Zé GordoR$ 324,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Zé Gordo declarou ao TSE R$ 1 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Pouso Alto (MG) · PDT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 59356,6%
- Outros candidatosR$ 29328%
- PessoasR$ 16215,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 72969,6%
- ServiçosR$ 30929,5%
- EscritórioR$ 100,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Pouso Alto (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 82,3 por voto. Quem venceu, Jun Professor, gastou R$ 37,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 420; o mais barato, R$ 37,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Bene PSLR$ 8,8 mil · 21 votosR$ 420
- Lú Do Zé Perciliano AGIRR$ 8,9 mil · 43 votosR$ 207
- Birda PTBR$ 9,1 mil · 50 votosR$ 183
- Miltinho AGIRR$ 8,8 mil · 69 votosR$ 127
- Filipe Do Pedro Paulo AGIRR$ 13 mil · 110 votosR$ 117
- Giovanni PSDR$ 12 mil · 138 votosR$ 84,9
- Pito PSDBR$ 9,3 mil · 113 votosR$ 82,3
- Marcio Da Civil PSDR$ 14 mil · 175 votosR$ 80,9
- Marcinho Do Nonô PDTR$ 10 mil · 166 votosR$ 60,9
- Érik Bruno PTBR$ 6,7 mil · 157 votosR$ 42,7
- Paulão DEMR$ 7,7 mil · 185 votosR$ 41,6
- Jun Professor PSDR$ 14 mil · 378 votosR$ 37,6
Votos por real
- 2016, vereador: 102 votos por R$ 1.000, 5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.