Zé do Boy
José Vitorino da Silva · nasceu em 1967
Zé do Boy se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSB (2008), MDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, ensino médio, eletricista e assemelhados, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Zé do Boy declarou R$ 62,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 72 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (58%) dos candidatos a vereador em Alagoas não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Zé do Boy declarou ao TSE R$ 5,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 3,3 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Igreja Nova (AL) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 77841%
- TransporteR$ 76140,1%
- Rádio, TV e vídeoR$ 28314,9%
- EscritórioR$ 754%
Quanto custou cada voto: vereador, Igreja Nova (AL), 2020
Mediana da disputa: R$ 28 por voto. Quem venceu, Messias, gastou R$ 4,93 por voto. O voto mais caro custou R$ 488; o mais barato, R$ 4,93.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Neuma Beltrão PROSR$ 28 mil · 58 votosR$ 488
- Geilza Brandao REPUBLICANOSR$ 14 mil · 64 votosR$ 223
- Romualdo Moreira REPUBLICANOSR$ 36 mil · 357 votosR$ 100
- Josa Da Oficina REPUBLICANOSR$ 7,2 mil · 109 votosR$ 66,2
- Dalmo Lino REPUBLICANOSR$ 14 mil · 354 votosR$ 40,4
- Deda MOBILIZAR$ 4,2 mil · 109 votosR$ 39
- Simone Rocha REPUBLICANOSR$ 14 mil · 515 votosR$ 28
- Cidário MDBR$ 6,9 mil · 780 votosR$ 8,85
- Caroço PPR$ 3 mil · 441 votosR$ 6,75
- Calango PPR$ 3,9 mil · 593 votosR$ 6,54
- Dr Alando Lima PPR$ 3,5 mil · 653 votosR$ 5,41
- Messias PPR$ 3,1 mil · 639 votosR$ 4,93
Votos por real
- 2020, vereador: 147 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.