Ze Dentista
José Antonio de Barros · nasceu em 1964
Ze Dentista se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2012.
Passou por 3 partidos: DEM (2004), PSC (2008–2012), PSL (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 52 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Ze Dentista declarou R$ 434,1 mil em bens, em reais de hoje: 18 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 338,4 mil acima da inflação.
Declarou 18 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Ze DentistaR$ 434,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Apartamento na cidade de sorocabaR$ 357,4 milOutros bens imóveis
- Camionete silverado d 20 ano 2000/2001R$ 56,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Responsavel pela empresa j.a. de barros transp.-meR$ 16,2 milQuotas ou quinhões de capital
- Itau personaliteR$ 3.048Outras aplicações
- Aquis.car/reboque ano 1993/1994R$ 1.300Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Ze Dentista declarou ao TSE R$ 6,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 4,2 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · São Roque (SP) · PSL · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.31979,8%
- Outros candidatosR$ 84220,2%
Para onde foi
- TransporteR$ 2.68864,6%
- Material impressoR$ 1.23129,6%
- ServiçosR$ 2435,8%
Quanto custou cada voto: vereador, São Roque (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 30,6 por voto. Quem venceu, Niltinho Bastos, gastou R$ 16 por voto. O voto mais caro custou R$ 337; o mais barato, R$ 16.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr. Jorge Rabelo MDBR$ 18 mil · 52 votosR$ 337
- Coronel Costa Ramos PSDR$ 19 mil · 337 votosR$ 56,1
- Etelvino Nosso Vereador PSDBR$ 37 mil · 761 votosR$ 48,5
- Marquinho Arruda PSDBR$ 39 mil · 821 votosR$ 47,5
- Santina Cesar PSDBR$ 17 mil · 370 votosR$ 47,2
- Guto Issa REDER$ 29 mil · 709 votosR$ 40,7
- Julio Mariano PSBR$ 21 mil · 688 votosR$ 30,6
- Toco PSDBR$ 19 mil · 779 votosR$ 23,8
- Alfredo Estrada PSCR$ 16 mil · 723 votosR$ 22,3
- Alexandre Pierroni Veterinário PSDBR$ 24 mil · 1.194 votosR$ 20,2
- Maurinho Goes PSDR$ 21 mil · 1.066 votosR$ 19,6
- Niltinho Bastos PPR$ 29 mil · 1.812 votosR$ 16
Votos por real
- 2016, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 637 votos por R$ 1.000, 15 vezes a mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 805 votos por R$ 1.000, 14 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 712 votos por R$ 1.000, 12 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.