Apuração
Vereador · 2020 · MDB

Zé Biga

Jose Damasceno Nogueira Filho · nasceu em 1960

Zé Biga se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 3.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,40← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PL2012PSD2016PSD2020MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.

Passou por 3 partidos: PL (2008), PSD (2012–2016), MDB (2020).

VereadorPartidoPLPSDMDB2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 60 anos, até o fundamental, vereador, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    MDB 15555· centro-direita
    não eleito130 votos
  2. 2016
    PSD 55555· direita· na urna, Zé de Zé Biga
    eleito171 votos
  3. 2012
    PSD 55555· direita· na urna, Zé de Zé Biga
    eleito252 votos
  4. 2008
    PL 22222· direita· na urna, Zé de Zé Biga
    eleito208 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Zé Biga declarou R$ 1,4 mi em bens, em reais de hoje: 128 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 1,2 mi acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,4 mi
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 963.000 na declaração)

Declarou 128 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2020.

  • Zé BigaR$ 1,4 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 10,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 57,5 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,4 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 10 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Fazenda genipapoR$ 757 mil
    Outros bens imóveis rural
  2. 60 ResesR$ 172,4 mil
    Outros bens e direitos
  3. Fazenda confusãoR$ 143,6 mil
    Outros bens imóveis rural
  4. Fazenda certezaR$ 114,9 mil
    Outros bens imóveis rural
  5. Fazenda boqueirão do recreioR$ 69 mil
    Outros bens imóveis rural
  6. Sibéria velhaR$ 44,5 mil
    Outros bens imóveis rural
  7. Caminhonete L200R$ 35,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  8. Imovel denominado buritiR$ 25,9 mil
    Outros bens imóveis rural
  9. Localidade brejo das éguasR$ 14,4 mil
    Outros bens imóveis rural
  10. 3 Burros e 1 cavaloR$ 5.746
    Rebanho e animais

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Zé Biga declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 16 mil, 100% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Santa Filomena (PI) · MDB · não eleito

De onde veio

R$ 15,6 mil
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 15,6 mil.
  1. Fundo eleitoralR$ 14,2 mil90,5%
  2. Outros candidatosR$ 1.4869,5%

Para onde foi

R$ 15,6 mil
O maior gasto foi com transporte: 54% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 15,6 mil.
  1. TransporteR$ 8.49154,4%
  2. ServiçosR$ 4.10426,3%
  3. PessoalR$ 1.3448,6%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 8495,4%
  5. Material impressoR$ 7855%
  6. EscritórioR$ 440,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Santa Filomena (PI), 2020

Zé Biga: R$ 120 por voto (mediana da disputa, R$ 43,4). Quem venceu, Cristóvao, gastou R$ 10,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.173; o mais barato, R$ 10,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Zé Biga. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Selma MDBR$ 14 mil · 12 votosR$ 1.173
  • Zilma PPR$ 10 mil · 32 votosR$ 327
  • Daniela PPR$ 12 mil · 87 votosR$ 137
  • Zé Biga MDBR$ 16 mil · 130 votosR$ 120
  • Gentileza PPR$ 10 mil · 131 votosR$ 79,9
  • Samuel PROSR$ 4,7 mil · 100 votosR$ 46,7
  • Iranete Bazé PSLR$ 7,1 mil · 163 votosR$ 43,4
  • Rangel PROSR$ 7,1 mil · 170 votosR$ 41,7
  • Josênia PROSR$ 3,4 mil · 103 votosR$ 32,9
  • Antonio De Laura PPR$ 3,4 mil · 215 votosR$ 15,7
  • Adilson PPR$ 3,4 mil · 229 votosR$ 14,8
  • Cristóvao PSBR$ 3,6 mil · 358 votosR$ 10,1

Votos por real

  • 2020, vereador: 8,3 votos por R$ 1.000, 36% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 252 votos por R$ 1.000, 8,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 208 votos por R$ 1.000, 13 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.