Apuração
Vice-prefeito · 2024 · PP

Zé de Duda

José Rosa Santos · nasceu em 1992

Zé de Duda se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,26← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2016PC do B2020MDB2024PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.

Passou por 3 partidos: PC do B (2016), MDB (2020), PP (2024).

Vice-prefeitoVereadorPartidoPC do BMDBPP20162018202020222024
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2024: 32 anos, superior incompleto, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vice-prefeito · Pão de Açúcar (AL)
    PP 22· direita
    Na chapa de Aldo Rosa
    chapa não eleita3.035 votos da chapa, 21,9%
  2. 2020
    MDB 15666· centro-direita
    suplente370 votos
  3. 2016
    PC do B 65000· esquerda· na urna, Jose de Duda
    eleito533 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Zé de Duda declarou ao TSE R$ 4,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 2,5 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Pão de Açúcar (AL) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 2.264
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.264.
  1. Próprio bolsoR$ 1.41562,5%
  2. PessoasR$ 84937,5%

Para onde foi

R$ 2.264
O maior gasto foi com material impresso: 63% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.264.
  1. Material impressoR$ 1.41562,5%
  2. TransporteR$ 84937,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Pão de Açúcar (AL), 2020

Mediana da disputa: R$ 15,2 por voto. Quem venceu, Dyego Correia, gastou R$ 3,77 por voto. O voto mais caro custou R$ 147; o mais barato, R$ 3,77.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Sonia Professora MDBR$ 3,5 mil · 24 votosR$ 147
  • Nega Espelho Da Lua PTR$ 2,7 mil · 28 votosR$ 96
  • Danilo MDBR$ 4,1 mil · 78 votosR$ 52,6
  • Aninha MDBR$ 14 mil · 286 votosR$ 49,5
  • Bel MDBR$ 14 mil · 305 votosR$ 46,1
  • Verônica Lisboa PPR$ 3,6 mil · 189 votosR$ 19,1
  • Diva Santos PC do BR$ 2,8 mil · 182 votosR$ 15,2
  • Edmilson Cruz PSDBR$ 4,3 mil · 334 votosR$ 13
  • Diomedes PPR$ 3,5 mil · 405 votosR$ 8,74
  • Eberval Souza PSDBR$ 2,6 mil · 333 votosR$ 7,76
  • Lira MDBR$ 2,5 mil · 432 votosR$ 5,90
  • Dyego Correia PDTR$ 2,7 mil · 710 votosR$ 3,77

Votos por real

  • 2020, vereador: 163 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 213 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.