Zé de Aquino
Jose de Aquino Barbosa · nasceu em 1939
Zé de Aquino se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 77 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Zé de Aquino declarou R$ 617,4 mil em bens, em reais de hoje: 15 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 78,1 mil acima da inflação.
Declarou 15 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2016.
- Zé de AquinoR$ 617,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 41,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 157,6 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Zé de Aquino declarou ao TSE R$ 6,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 3,4 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Itaguari (GO) · PP · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Itaguari (GO), 2016
Mediana da disputa: R$ 34,5 por voto. Quem venceu, Fabricio Bragança, gastou R$ 13 por voto. O voto mais caro custou R$ 152; o mais barato, R$ 13.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Leandro Vieira Do Sindicato CIDADANIAR$ 4,5 mil · 30 votosR$ 152
- Eliana Gontijo AGIRR$ 20 mil · 163 votosR$ 123
- João Da Farmácia PSDR$ 4,2 mil · 42 votosR$ 100
- Zé Edno PSDR$ 5,5 mil · 91 votosR$ 60,5
- Luciene Do Absair PODER$ 4,4 mil · 92 votosR$ 48,3
- Julinha PSDBR$ 4,8 mil · 116 votosR$ 41,4
- Comar AVANTER$ 5,2 mil · 150 votosR$ 34,5
- Robertin Da Ambulância PTBR$ 4,8 mil · 148 votosR$ 32,4
- Caximbó PODER$ 4,6 mil · 145 votosR$ 31,4
- Januario PTBR$ 3,8 mil · 192 votosR$ 19,9
- Pretinho Baiano PPR$ 4,6 mil · 241 votosR$ 19,1
- Fabricio Bragança REPUBLICANOSR$ 4,5 mil · 351 votosR$ 13
Votos por real
- 2016, vereador: 31 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 52 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 61 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.