Zé da Viola
José Alves dos Santos · nasceu em 1951
Zé da Viola se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2022, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: MDB (2004–2012), PSL (2018), UNIÃO (2022).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2022, não eleito.
Declarou ao TSE em 2022: 71 anos, superior completo, produtor agropecuário, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2022Deputado federal · Mato Grosso do SulUNIÃO 4400· direitanão eleito5.893 votos; 44º mais votado de 148 no estado
- 2018Deputado federal · Mato Grosso do SulPSL 1722· direitasuplente22.895 votos; 13º mais votado de 117 no estado
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Zé da Viola teve 5.893 votos para deputado federal, 0,4% dos votos válidos do estado: 44º lugar entre 148 candidatos.
Recebeu votos em 77 cidades. Campo Grande deu 33,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 79,4%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2022, Zé da Viola declarou R$ 1,8 mi em bens, em reais de hoje: 8,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2012 e 2022, o total subiu R$ 949,8 mil acima da inflação.
Declarou 8,8 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em Mato Grosso do Sul em 2022.
- Zé da ViolaR$ 1,8 mi
- Mediana dos candidatosR$ 209 mil
- Mediana dos eleitosR$ 3,3 mi
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 14 itens declarados em 2022, do maior ao menor
- Aplicaçao brasil/prev vgbl/banco do brasilR$ 591,1 milPrevidência VGBL
- Aplicação LCAR$ 356,2 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Casa, Rua Josue Pereira Ferreira, 1141, em Campo Grande/MSR$ 297,5 milCasa
- Casa, Rua Castelo Branco, 748, Novo Progresso, ParáR$ 144,5 milCasa
- Casa de alvenariaR$ 132,5 milCasa
- Duster Gopro 16R$ 98,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Apto 41, Bloco D-1, Residencial Cascavel, em Cascavel/PRR$ 96,4 milApartamento
- Imóvel UrbanoR$ 28,9 milTerreno
- Imóvel UrbanoR$ 26,5 milTerreno
- Imóvel UrbanoR$ 24,1 milTerreno
- Imóvel Urbano Lote A 23R$ 14,5 milTerreno
- Imóvel Urbano Lote B 24R$ 14,5 milTerreno
- Saldo em conta correnteR$ 5.442Conta corrente no país
- Poupança banco do brasilR$ 290Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Zé da Viola declarou ao TSE R$ 505 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputado federal: R$ 411 mil, 99% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2022 · Deputado federal · Mato Grosso do Sul · UNIÃO · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Uniao Brasil - Mato Grosso Do Sul - EstadualR$ 288,2 mil70,1%
- Fundo partidárioTudo de Uniao Brasil - Mato Grosso Do Sul - EstadualR$ 120,1 mil29,2%
- PessoasR$ 2.7620,7%
Para onde foi
- Pessoal131 pessoas, não nomeadasR$ 232,9 mil56,8%
- EscritórioR$ 2500,1%
Quanto custou cada voto: deputado federal, Mato Grosso do Sul, 2022
Mediana da disputa: R$ 75,7 por voto. Quem venceu, Marcos Pollon, gastou R$ 10,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 783; o mais barato, R$ 10,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Michela Dutra UNIÃOR$ 3,7 milhões · 4.728 votosR$ 783
- Keliana Fernandes PSDBR$ 1,9 milhão · 4.852 votosR$ 390
- Neli UNIÃOR$ 840 mil · 3.051 votosR$ 275
- Lu Azambuja PPR$ 731 mil · 4.299 votosR$ 170
- Chiquinho Assis REPUBLICANOSR$ 903 mil · 7.379 votosR$ 122
- Dr. Eudélio PPR$ 1,4 milhão · 12.078 votosR$ 112
- Marcelo Miglioli UNIÃOR$ 999 mil · 9.560 votosR$ 104
- Professor João Rocha PPR$ 1,3 milhão · 12.515 votosR$ 103
- Coronel Villasanti UNIÃOR$ 932 mil · 9.875 votosR$ 94,4
- Dr. Guto PODER$ 820 mil · 9.148 votosR$ 89,6
- Delcídio Amaral PTBR$ 1,7 milhão · 18.862 votosR$ 87,9
- Moka MDBR$ 3,1 milhões · 36.718 votosR$ 85,7
- Bia Cavassa PSDBR$ 1,1 milhão · 14.289 votosR$ 79,8
- Márcio Araguaia PPR$ 793 mil · 10.139 votosR$ 78,2
- Fábio Trad PSDR$ 3,3 milhões · 43.881 votosR$ 75,7
- Dagoberto PSDBR$ 3,3 milhões · 48.217 votosR$ 68,1
- Dr. Luiz Ovando PPR$ 2,7 milhões · 45.491 votosR$ 58,9
- Dione Hashioka PODER$ 885 mil · 17.703 votosR$ 50
- Walter Carneiro Jr PPR$ 1,5 milhão · 39.860 votosR$ 38,9
- Wilton Acosta REPUBLICANOSR$ 866 mil · 23.084 votosR$ 37,5
- Promotor Harfouche AVANTER$ 660 mil · 17.946 votosR$ 36,8
- Vander Loubet PTR$ 2,6 milhões · 76.571 votosR$ 33,9
- Flávio Cabo Almi PODER$ 879 mil · 26.683 votosR$ 33
- Dr. Geraldo Resende PSDBR$ 2,2 milhões · 96.519 votosR$ 22,4
- Rodolfo Nogueira PLR$ 907 mil · 41.773 votosR$ 21,7
- Beto Pereira PSDBR$ 1,9 milhão · 97.872 votosR$ 19,1
- Camila Jara PTR$ 983 mil · 56.552 votosR$ 17,4
- Marcos Pollon PLR$ 1,1 milhão · 103.111 votosR$ 10,2
Votos por real
- 2022, deputado federal: 14 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
- 2018, deputado federal: 264 votos por R$ 1.000, 5,2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 82 votos por R$ 1.000, 5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.