Apuração
Vereador · 2020 · PSDB

Zé da Máquina

José Pedro dos Santos · nasceu em 1946

Zé da Máquina se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 3.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,32← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2008PSDB2012PSDB2016PSDB2020PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2012 e 2016.

Sempre pelo PSDB.

VereadorPartidoPSDB’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 74 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PSDB 45603· centro-direita
    suplente140 votos
  2. 2016
    PSDB 45603· centro-direita
    eleito192 votos
  3. 2012
    PSDB 45603· centro-direita
    eleito405 votos
  4. 2008
    PSDB 45603· centro-direita· na urna, Zé da Maquina
    suplente246 votos
  5. 2004
    PSDB 45603· centro-direita· na urna, Zé da Maquina
    eleito162 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Zé da Máquina declarou R$ 74,5 mil em bens, em reais de hoje: 4,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 38,7 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 74,5 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 51.896 na declaração)

Declarou 4,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.

  • Zé da MáquinaR$ 74,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 74,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Zé da Máquina declarou ao TSE R$ 26 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 8,8 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Cesário Lange (SP) · PSDB · eleito

De onde veio

R$ 5.335
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.335.
  1. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 3.64368,3%
  2. Próprio bolsoR$ 97218,2%
  3. Outros candidatosTudo de Eleicao 2016 Ronaldo Pais De Camargo PrefeitoR$ 72113,5%

Para onde foi

R$ 5.335
O maior gasto foi com transporte: 61% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.335. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeo2 pessoas, não nomeadasR$ 81015,2%
  2. Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 81015,2%
  3. Material impressoR$ 3135,9%
  4. PessoalR$ 1623%

Quanto custou cada voto: vereador, Cesário Lange (SP), 2016

Mediana da disputa: R$ 186 por voto. O voto mais caro custou R$ 677; o mais barato, R$ 77,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Ana Agunzi DEMR$ 7,4 mil · 11 votosR$ 677
  • Serginho Do Lava Rapido CIDADANIAR$ 7,5 mil · 19 votosR$ 392
  • Joao Do Buffet CIDADANIAR$ 7,4 mil · 24 votosR$ 310
  • Michell Vieira MDBR$ 7,4 mil · 26 votosR$ 286
  • Guilherme Vitanca MDBR$ 7,4 mil · 35 votosR$ 213
  • Cristiano Nunes PROSR$ 7,5 mil · 37 votosR$ 202
  • Andre Negão PSDR$ 7,4 mil · 40 votosR$ 186
  • Neco Dos Torninos PSDR$ 7,5 mil · 45 votosR$ 166
  • Baiano Leiteiro MDBR$ 7,4 mil · 46 votosR$ 162
  • Claudia Da Roupa MDBR$ 7,5 mil · 49 votosR$ 152
  • Chico Branco CIDADANIAR$ 7,5 mil · 82 votosR$ 90,9
  • Japa Pedreiro CIDADANIAR$ 7,4 mil · 96 votosR$ 77,6

Votos por real

  • 2016, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.