Zé da Ambulância
José Travisani · nasceu em 1968
Zé da Ambulância se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 2 partidos: PDT (2008), PP (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 47 anos, até o fundamental, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Zé da Ambulância declarou R$ 134,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 80,9 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.
- Zé da AmbulânciaR$ 134,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Zé da Ambulância declarou ao TSE R$ 5,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 3 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Calmon (SC) · PP · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 2.10569,4%
- Próprio bolsoR$ 92830,6%
Para onde foi
- TransporteR$ 1.50149,5%
- ServiçosR$ 1.29542,7%
- Material impressoR$ 2357,7%
- EscritórioR$ 30,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Calmon (SC), 2016
Mediana da disputa: R$ 92,5 por voto. Quem venceu, Tatinho, gastou R$ 45,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 292; o mais barato, R$ 45,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mariza DEMR$ 7 mil · 24 votosR$ 292
- Mari DEMR$ 6,6 mil · 23 votosR$ 287
- Jato DEMR$ 7 mil · 28 votosR$ 252
- Tio Tonho PDTR$ 7,3 mil · 43 votosR$ 170
- Sidiane PLR$ 6,8 mil · 44 votosR$ 155
- Gringo PDTR$ 6,9 mil · 59 votosR$ 118
- Nerizinho PLR$ 7 mil · 76 votosR$ 92,5
- Alemão Kercher DEMR$ 7,3 mil · 88 votosR$ 82,5
- Bino PDTR$ 7,7 mil · 103 votosR$ 74,4
- Silvana Pompeu PDTR$ 7,7 mil · 135 votosR$ 56,9
- Professora Arcida PDTR$ 7,3 mil · 145 votosR$ 50,1
- Tatinho PDTR$ 7,3 mil · 161 votosR$ 45,5
Votos por real
- 2016, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 67 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.