Zé Cunhado
José Cortez da Silva · nasceu em 1956
Zé Cunhado se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: PSL (2004), PDT (2008), PP (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 56 anos, até o fundamental, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Zé Cunhado declarou R$ 277,2 mil em bens, em reais de hoje: 8,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 35,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou 8,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- Zé CunhadoR$ 277,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 7 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Lote 01 quadra 24 . jd.são marcos-campinas/spR$ 103 milTerreno
- VW voyage - financiadoR$ 57,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Lote 30 quadra 29 jd. santa monica-campinas/spR$ 52,2 milTerreno
- Autobank itau S/A credito automaticoR$ 32,3 milCrédito decorrente de empréstimo
- Banco itau S/AR$ 22,8 milCaderneta de poupança
- Aplicação bco itau S/AR$ 9.081Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- GM corsa wind 2001R$ 469Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Zé Cunhado declarou ao TSE R$ 225 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 138 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Campinas (SP) · PP · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 54,6 mil39,5%
- PartidoR$ 46,7 mil33,8%
- Próprio bolsoR$ 36,9 mil26,7%
Para onde foi
- PessoalR$ 57,2 mil41,4%
- TransporteR$ 45,5 mil32,9%
- Material impressoR$ 29 mil20,9%
- EscritórioR$ 5.7604,2%
- EventosR$ 8660,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Campinas (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 85,5 por voto. Quem venceu, Campos Filho, gastou R$ 58,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 465; o mais barato, R$ 58,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rosângela Coelho PPR$ 634 mil · 1.363 votosR$ 465
- Gustavo Petta PC do BR$ 517 mil · 3.219 votosR$ 161
- Arly De Lara Romêo PSBR$ 411 mil · 3.174 votosR$ 129
- Dr. Sebastião MDBR$ 445 mil · 3.540 votosR$ 126
- Jorge Schneider PTBR$ 338 mil · 3.310 votosR$ 102
- Luiz Lauro Filho PSBR$ 595 mil · 6.725 votosR$ 88,5
- Cirilo PSDBR$ 387 mil · 4.529 votosR$ 85,5
- Leonice Da Paz PDTR$ 296 mil · 3.721 votosR$ 79,4
- Marcos Bernardelli PSDBR$ 320 mil · 4.337 votosR$ 73,7
- Zé Carlos MDBR$ 348 mil · 5.440 votosR$ 64
- Rafa Zimbaldi PPR$ 561 mil · 9.374 votosR$ 59,8
- Campos Filho DEMR$ 323 mil · 5.522 votosR$ 58,4
Votos por real
- 2012, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 73% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 49 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 85 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.