Zé Carlos Maça do Amor
Jose Carlos Costa · nasceu em 1960
Zé Carlos Maça do Amor se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2020: 60 anos, até o fundamental, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Zé Carlos Maça do Amor declarou R$ 181,7 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2020.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Zé Carlos Maça do AmorR$ 181,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- PoáR$ 114,9 milCasa
- VW caminhao 690 ano 1985R$ 40,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Fiat uno ano 2011R$ 24,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- VW combi ano 1967R$ 2.155Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Zé Carlos Maça do Amor declarou ao TSE R$ 89 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 39 mil, 1,8% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Poá (SP) · PDT · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
- PessoasR$ 5.66179%
- Próprio bolsoR$ 1.50621%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.95851,5%
- ServiçosR$ 2.12337%
- InternetR$ 62310,8%
- EscritórioR$ 410,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Poá (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 28,1 por voto. Quem venceu, Edevaldo Gonçalves, gastou R$ 16,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 448; o mais barato, R$ 14,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Kelson Cavalcante PSDBR$ 35 mil · 79 votosR$ 448
- Pedro Rodrigues SOLIDARIEDADER$ 13 mil · 44 votosR$ 304
- Catarina Caseca PLR$ 26 mil · 145 votosR$ 177
- Kula Da Cruma PSDBR$ 14 mil · 240 votosR$ 58,6
- Edinho Do Kemel PODER$ 28 mil · 624 votosR$ 45,4
- Edson Demetrio AVANTER$ 16 mil · 502 votosR$ 31,1
- Professora Margarete PLR$ 17 mil · 605 votosR$ 28,1
- Professor Pezão PLR$ 8,5 mil · 398 votosR$ 21,4
- Clayton Belchior PSOLR$ 14 mil · 661 votosR$ 21,1
- Dr. Saulo Dentista DEMR$ 9,9 mil · 584 votosR$ 16,9
- Edevaldo Gonçalves PRTBR$ 13 mil · 783 votosR$ 16,6
- Deneval Dias PLR$ 9,1 mil · 613 votosR$ 14,8
Votos por real
- 2016, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 128 votos por R$ 1.000, 4,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.