Zé Carlos do Escritório
José Carlos de Matos · nasceu em 1970
Zé Carlos do Escritório disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Fênix (PR)), pelo PDT: suplente.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 38 anos, ensino médio, contador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Zé Carlos do Escritório declarou R$ 233,5 mil em bens, em reais de hoje: 3,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná.
Declarou 3,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2008.
- Zé Carlos do EscritórioR$ 233,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 149,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Zé Carlos do Escritório declarou ao TSE R$ 1,2 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Fênix (PR) · PDT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 93777,8%
- Próprio bolsoR$ 26822,2%
Para onde foi
- OutrosR$ 93777,8%
- TransporteR$ 16113,3%
- Material impressoR$ 1078,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Fênix (PR), 2008
Mediana da disputa: R$ 41,7 por voto. Quem venceu, Joaquim Rodrigues, gastou R$ 24,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 109; o mais barato, R$ 20.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tatiana PTBR$ 11 mil · 105 votosR$ 109
- Luiz Duarte PTR$ 7,1 mil · 87 votosR$ 81,9
- Ivete Da Bela Vista PDTR$ 3 mil · 39 votosR$ 77
- Chico Canuto MDBR$ 8,3 mil · 149 votosR$ 56
- Merquide Faria PDTR$ 4,2 mil · 91 votosR$ 46,6
- Junior Molina PSDBR$ 3,8 mil · 86 votosR$ 43,6
- Thiago PSCR$ 6,6 mil · 159 votosR$ 41,7
- Pelé Estefani PDTR$ 3,6 mil · 107 votosR$ 33,2
- Mesquita MDBR$ 3,5 mil · 120 votosR$ 29,1
- Dino Da Bela Vista PSLR$ 3,2 mil · 117 votosR$ 27,1
- Joaquim Rodrigues PDTR$ 5,6 mil · 228 votosR$ 24,4
- Gilson Do Peabiru DEMR$ 2,6 mil · 132 votosR$ 20
Votos por real
- 2008, vereador: 76 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.