Zé Buri da Saude
Jose Antonio de Jesus Costa · nasceu em 1974
Zé Buri da Saude se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2024.
Passou por 4 partidos: AVANTE (2004), PL (2008), DEM (2016), AGIR (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 50 anos, ensino médio, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Zé Buri da Saude declarou R$ 50,8 mil em bens, em reais de hoje: 4,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.
Declarou 4,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2024.
- Zé Buri da SaudeR$ 50,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 11 mil
- Mediana dos eleitosR$ 90 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Zé Buri da Saude declarou ao TSE R$ 545 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 391.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Taperoá (BA) · DEM · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Taperoá (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 22,4 por voto. Quem venceu, Alisson Lopes, gastou R$ 11,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 182; o mais barato, R$ 11,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Carlito Cal Francis PSCR$ 5,3 mil · 29 votosR$ 182
- Professora Tatiana DEMR$ 2,6 mil · 26 votosR$ 99,3
- Andre Vianna SOLIDARIEDADER$ 7,2 mil · 102 votosR$ 70,5
- Professor Claudio PTR$ 5,9 mil · 165 votosR$ 35,6
- Afonso Da Caçamba PSDR$ 5,4 mil · 186 votosR$ 29,3
- Ana Goto PTR$ 11 mil · 427 votosR$ 26,2
- Cosme Da Itiuba PSCR$ 4,7 mil · 211 votosR$ 22,4
- Dedéu Do Sindicato PSDR$ 7,9 mil · 364 votosR$ 21,7
- Vinicios De Momô PDTR$ 4,9 mil · 244 votosR$ 20,3
- Neide Da Saúde PSDR$ 6 mil · 315 votosR$ 19
- Beré PPR$ 3,6 mil · 281 votosR$ 12,7
- Alisson Lopes PSCR$ 3,7 mil · 325 votosR$ 11,3
Votos por real
- 2016, vereador: 99 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 48 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.