Zé Augusto
José Augusto da Silva · nasceu em 1947
Zé Augusto se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: DEM (2004), PSB (2006–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 69 anos, ensino médio, comerciante, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2006Deputado estadual · BahiaPSB 40621· centro-esquerdasuplente3.796 votos; 219º mais votado de 550 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Zé Augusto teve 3.796 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 219º lugar entre 550 candidatos.
Recebeu votos em 41 cidades. Lauro de Freitas deu 69,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Zé Augusto declarou R$ 630,4 mil em bens, em reais de hoje: 48 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2006 e 2016, o total subiu R$ 523,4 mil acima da inflação.
Declarou 48 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- Zé AugustoR$ 630,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Zé Augusto declarou ao TSE R$ 226 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 85 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Lauro de Freitas (BA) · PSB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 18,6 mil76,8%
- TransporteR$ 4.16517,1%
- OutrosR$ 1.3765,7%
- EscritórioR$ 940,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Lauro de Freitas (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 65,8 por voto. Quem venceu, Edilson Ferreira, gastou R$ 26 por voto. O voto mais caro custou R$ 107; o mais barato, R$ 26.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Alexandre Marques PRPR$ 170 mil · 1.580 votosR$ 107
- Mirian Martinez PSDR$ 90 mil · 997 votosR$ 90,3
- Roque Fagundes PTR$ 84 mil · 973 votosR$ 86,2
- Lula PTR$ 60 mil · 730 votosR$ 82,4
- Naide Brito PTR$ 81 mil · 990 votosR$ 81,6
- Dona Augusta PLR$ 71 mil · 1.027 votosR$ 69,5
- Junior Neves PATRIOTAR$ 70 mil · 1.059 votosR$ 65,8
- Dr. Emanuel PSDBR$ 80 mil · 1.367 votosR$ 58,2
- Pastor Birne REPUBLICANOSR$ 47 mil · 855 votosR$ 55,4
- Coca Branco CIDADANIAR$ 72 mil · 1.896 votosR$ 37,9
- Decinho REPUBLICANOSR$ 77 mil · 2.171 votosR$ 35,6
- Edilson Ferreira REPUBLICANOSR$ 69 mil · 2.672 votosR$ 26
Votos por real
- 2016, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 48% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 10 votos por R$ 1.000, 31% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 111 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.