Zé Aprigio
Jose Aprigio da Silva · nasceu em 1952
Zé Aprigio se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 60 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público). O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Zé Aprigio declarou R$ 213,7 mil em bens, em reais de hoje: 6,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 18,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 6,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- Zé AprigioR$ 213,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Zé Aprigio declarou ao TSE R$ 1,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 652.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Canas (SP) · PTB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Canas (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 36 por voto. Quem venceu, Lucimar Amaral, gastou R$ 21 por voto. O voto mais caro custou R$ 326; o mais barato, R$ 21.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fabio Tenório PDTR$ 8,8 mil · 27 votosR$ 326
- Vitor Filho Chico Plast Canas MDBR$ 7 mil · 97 votosR$ 72,4
- Gilson Quintas PTR$ 3,3 mil · 64 votosR$ 52,1
- João Antonio PSBR$ 2,9 mil · 73 votosR$ 40,2
- Dé MDBR$ 2,9 mil · 72 votosR$ 40
- Lucemir PSDBR$ 11 mil · 278 votosR$ 38,4
- Zé Patrulheiro PLR$ 2,8 mil · 79 votosR$ 36
- Angelo Da Fbv DEMR$ 7,4 mil · 207 votosR$ 35,6
- Davi Do Juca PSDR$ 2,9 mil · 91 votosR$ 31,5
- Ademar Ligabo PPR$ 3,7 mil · 130 votosR$ 28,4
- Zecão PDTR$ 3,1 mil · 131 votosR$ 23,6
- Lucimar Amaral PSDR$ 3 mil · 141 votosR$ 21
Votos por real
- 2012, vereador: 76 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 67 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 107 votos por R$ 1.000, 5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.