Zé Agnaldo
Jose Agnaldo Borges Batista · nasceu em 1965
Zé Agnaldo se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSB (2008), PODE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 54 anos, ensino médio, empresário, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Zé Agnaldo declarou R$ 543 mil em bens, em reais de hoje: 76 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 259,9 mil acima da inflação.
Declarou 76 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2020.
- Zé AgnaldoR$ 543 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 90,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Zé Agnaldo declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 8,2 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Olindina (BA) · PODE · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Olindina (BA), 2020
Mediana da disputa: R$ 6,14 por voto. Quem venceu, Camila De Morgan, gastou R$ 2,10 por voto. O voto mais caro custou R$ 39,8; o mais barato, R$ 2,10.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Teles Da Saúde PSBR$ 1,5 mil · 37 votosR$ 39,8
- Jair Do Posto PSBR$ 14 mil · 358 votosR$ 39,6
- Bezinho PPR$ 5,1 mil · 296 votosR$ 17,2
- Zefinha Toda Boa PPR$ 7,1 mil · 543 votosR$ 13
- Alberico Reis PPR$ 7,9 mil · 705 votosR$ 11,2
- Professor Robertinho MDBR$ 1,1 mil · 150 votosR$ 7,04
- Carlos Ubaldino Filho PSDR$ 3,1 mil · 507 votosR$ 6,14
- Amilton Do Cedro PSBR$ 1,8 mil · 332 votosR$ 5,38
- Miguel Dantas PPR$ 1,2 mil · 230 votosR$ 5,23
- Bianca MDBR$ 2 mil · 539 votosR$ 3,63
- Professora Alana PSDR$ 1,2 mil · 438 votosR$ 2,69
- Camila De Morgan MDBR$ 1,1 mil · 546 votosR$ 2,10
Votos por real
- 2008, vereador: 48 votos por R$ 1.000, 73% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.