Zé Carlos
Jose Carlos Vargas Mariano · nasceu em 1971
Zé Carlos se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2012.
Passou por 3 partidos: DEM (2004–2008), PSD (2012–2014), DEM (2016), PSDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 48 anos, ensino médio, administrador, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2014, branca em 2016. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2014Deputado federal · Santa CatarinaPSD 5571· direita· na urna, Zésuplente2.474 votos; 69º mais votado de 128 no estado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Zé Carlos teve 2.474 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 69º lugar entre 128 candidatos.
Recebeu votos em 130 cidades. Correia Pinto deu 42,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 81,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Zé Carlos declarou R$ 59,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 38 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2020.
- Zé CarlosR$ 59,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 84,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 238,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Zé Carlos declarou ao TSE R$ 162 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado federal: R$ 87 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Correia Pinto (SC) · PSDB · não eleito
De onde veio
- Outros candidatosR$ 70868,5%
- Próprio bolsoR$ 32531,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 31195,7%
- RepassesR$ 144,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Correia Pinto (SC), 2020
Mediana da disputa: R$ 23,4 por voto. Quem venceu, Fabricio Madruga, gastou R$ 5,57 por voto. O voto mais caro custou R$ 285; o mais barato, R$ 5,57.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Eliane Porto PSDR$ 2,6 mil · 9 votosR$ 285
- Iraci Duarte MDBR$ 3,2 mil · 24 votosR$ 133
- Michele Nazaré PSDR$ 2,4 mil · 19 votosR$ 126
- Elaine Malinoski MDBR$ 3,2 mil · 34 votosR$ 93,7
- Adriana Muniz PSDR$ 2,6 mil · 37 votosR$ 69
- Elba Camargo PSDBR$ 2,8 mil · 45 votosR$ 62,9
- Mery Coelho DEMR$ 3,4 mil · 145 votosR$ 23,4
- Lucia Ortiz MDBR$ 11 mil · 533 votosR$ 20,7
- Felipe Moura PODER$ 2,4 mil · 157 votosR$ 15,6
- Rosangela De Atahyde (Preta) PSDR$ 2,9 mil · 233 votosR$ 12,2
- Tirolle MDBR$ 3,5 mil · 456 votosR$ 7,60
- Fabricio Madruga PPR$ 3,7 mil · 661 votosR$ 5,57
Votos por real
- 2020, vereador: 97 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
- 2014, deputado federal: 28 votos por R$ 1.000, 34% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.