Izael do Caminhão
Izael Alves dos Santos · nasceu em 1974
Izael do Caminhão se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.
Passou por 3 partidos: PDT (2008–2012), CIDADANIA (2016), PODE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 46 anos, ensino médio, empresário, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Izael do Caminhão declarou R$ 133,6 mil em bens, em reais de hoje: 6,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2020.
Declarou 6,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Izael do CaminhãoR$ 133,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Mb 1113 diesel 1977R$ 50,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Mb 1113 diesel 1975R$ 43,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- VW gol 2007/2008R$ 21,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Fiat palio 2005/2006R$ 18,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Izael do Caminhão declarou ao TSE R$ 49 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 20 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Indaiabira (MG) · PODE · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 6.51069,3%
- Fundo eleitoralR$ 1.67017,8%
- Próprio bolsoR$ 1.21612,9%
Para onde foi
- TransporteR$ 1.11138,5%
- Material impressoR$ 96233,3%
- ServiçosR$ 70824,5%
- EscritórioR$ 1053,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Indaiabira (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 31,8 por voto. Quem venceu, Si De Marilia, gastou R$ 13,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 232; o mais barato, R$ 13,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Selma De Joelão PDTR$ 3,5 mil · 15 votosR$ 232
- Irani De Gerinha PODER$ 3,8 mil · 50 votosR$ 75,1
- Ito PODER$ 8,4 mil · 140 votosR$ 60
- Marinaldo Da Barra PDTR$ 6,9 mil · 139 votosR$ 49,7
- Josue Enfermeiro PODER$ 9,1 mil · 246 votosR$ 37,1
- Tata PODER$ 6,9 mil · 186 votosR$ 37
- França Bda PDTR$ 5 mil · 156 votosR$ 31,8
- Charlão PODER$ 5,6 mil · 192 votosR$ 29,2
- Custodia Novais PDTR$ 5,7 mil · 214 votosR$ 26,7
- Luiz Gustavo PODER$ 4,8 mil · 222 votosR$ 21,4
- Diu PODER$ 5,5 mil · 276 votosR$ 19,8
- Si De Marilia PODER$ 5,9 mil · 430 votosR$ 13,7
Votos por real
- 2020, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.