Xandinho do Amoras
Alexandre Valente Araujo · nasceu em 1979
Xandinho do Amoras se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo PSD.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 36 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Xandinho do Amoras declarou R$ 396,1 mil em bens, em reais de hoje: 14 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 308,4 mil acima da inflação.
Declarou 14 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Xandinho do AmorasR$ 396,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 7 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Dinheiro em especieR$ 164,4 milDinheiro em espécie
- Capital social da empresa mm marcas e modas LTDA MER$ 96,5 milOutras participações societárias
- Carro ecosportR$ 74,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Saldo em conta aplicação BB LCI pos fixada com resgate…R$ 29,2 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Carro fiat uno mille fire flexR$ 24,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Saldo em conta corrente caixa economica federal agencia 0164R$ 6.548Conta corrente no país
- Saldo em conta poupançaR$ 349Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Xandinho do Amoras declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Viçosa (MG) · PSD · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 10,4 mil95%
- Outros candidatosR$ 5465%
Para onde foi
- Material impressoR$ 10,4 mil94,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 3243%
- ServiçosR$ 2752,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Viçosa (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 26,9 por voto. Quem venceu, Professor Idelmino, gastou R$ 11,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 94,9; o mais barato, R$ 11,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Maria Braz AGIRR$ 15 mil · 159 votosR$ 94,9
- Marzinho Cadeirante PVR$ 16 mil · 294 votosR$ 55,1
- Jose Antonio Gouveia PLR$ 14 mil · 277 votosR$ 51,8
- Montanha Do Transito PSDBR$ 23 mil · 633 votosR$ 37
- Sergio Construtor DCR$ 26 mil · 771 votosR$ 33,5
- Paulinho Brasilia AGIRR$ 12 mil · 449 votosR$ 27,4
- Meio Kilo PSDBR$ 16 mil · 612 votosR$ 26,9
- Helder Cheirinho AGIRR$ 14 mil · 543 votosR$ 26,1
- Marcos Nunes PTR$ 14 mil · 672 votosR$ 21,2
- Savio Jose PTR$ 15 mil · 738 votosR$ 19,7
- Ronildo Ferreira (Dj Rony) PSCR$ 12 mil · 656 votosR$ 18,3
- Professor Idelmino PC do BR$ 13 mil · 1.144 votosR$ 11,4
Votos por real
- 2016, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 158 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.