Xandinho
Carlos Alexandre Oliveira de Almeida · nasceu em 1980
Xandinho se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2020.
Passou por 3 partidos: DEM (2008–2016), AGIR (2020), PSB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 43 anos, ensino médio, vereador, cor parda. A cor declarada mudou: parda em 2016, preta em 2020, parda em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Xandinho declarou R$ 5.523 em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 1.579 acima da inflação.
Declarou 50% da mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2024.
- XandinhoR$ 5.523
- Mediana dos candidatosR$ 11 mil
- Mediana dos eleitosR$ 90 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Xandinho declarou ao TSE R$ 2,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 1,1 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Tanquinho (BA) · AGIR · eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Tanquinho (BA), 2020
Mediana da disputa: R$ 8,43 por voto. Quem venceu, Rone, gastou R$ 1,67 por voto. O voto mais caro custou R$ 36,1; o mais barato, R$ 1,67.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr. Jorge Barbosa PSDR$ 1,4 mil · 40 votosR$ 36,1
- Luizinho PC do BR$ 552 · 21 votosR$ 26,3
- Ricardo De Jailton PSDR$ 1,9 mil · 134 votosR$ 14,4
- Binho De Dezo AGIRR$ 1,1 mil · 79 votosR$ 14,2
- Pró Graça MDBR$ 552 · 41 votosR$ 13,5
- Djalma PC do BR$ 466 · 47 votosR$ 9,91
- Pai Willem PPR$ 396 · 47 votosR$ 8,43
- Irmao Manoel Bico De Pato AGIRR$ 648 · 121 votosR$ 5,36
- Getulio PPR$ 705 · 270 votosR$ 2,61
- Pastor Roque PSDR$ 382 · 158 votosR$ 2,42
- Kal De Railda MDBR$ 453 · 195 votosR$ 2,32
- Rone MDBR$ 453 · 271 votosR$ 1,67
Votos por real
- 2020, vereador: 173 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 154 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 150 votos por R$ 1.000, 4 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 225 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.