Apuração
Vice-prefeito · 2020 · REPUBLICANOS

Wilson Rolinha

Wilson Berto · nasceu em 1953

Wilson Rolinha se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,41← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2008PSDB2012PSDB2020REPUBLICANOS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.

Passou por 2 partidos: PSDB (2004–2012), REPUBLICANOS (2020).

Vice-prefeitoVereadorPartidoPSDBREPUBLICANOS’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa eleita.

Declarou ao TSE em 2020: 67 anos, ensino médio, supervisor, inspetor e agente de compras e vendas, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vice-prefeito · Jaci (SP)
    REPUBLICANOS 10· direita
    chapa eleita2.013 votos da chapa, 44,3%
  2. 2012
    Vereador · Jaci (SP)
    PSDB 45645· centro-direita· na urna, Wilson Berto
    suplente117 votos
  3. 2008
    Vereador · Jaci (SP)
    PSDB 45645· centro-direita· na urna, Wilson Berto - Rolinha
    eleito189 votos
  4. 2004
    Vereador · Jaci (SP)
    PSDB 45645· centro-direita· na urna, Rolinha
    eleito221 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Wilson Rolinha declarou ao TSE R$ 1,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 522.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Jaci (SP) · PSDB · suplente

De onde veio

R$ 158
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 158
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Jaci (SP), 2012

Mediana da disputa: R$ 3,68 por voto. Quem venceu, Evandro, gastou R$ 0,75 por voto. O voto mais caro custou R$ 158; o mais barato, R$ 0,75.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Maria Da Graça PSDBR$ 158 · 1 votosR$ 158
  • Nando Cantor PSDR$ 158 · 7 votosR$ 22,6
  • Bete Camara PSDBR$ 158 · 9 votosR$ 17,6
  • Major PSDR$ 158 · 12 votosR$ 13,2
  • Guilherme Stefani Lopes PTBR$ 158 · 38 votosR$ 4,16
  • Ivanilda PSDR$ 158 · 43 votosR$ 3,68
  • Erica Nossa DEMR$ 1 mil · 300 votosR$ 3,42
  • Marroa PSDR$ 353 · 212 votosR$ 1,67
  • Alan PSDBR$ 269 · 266 votosR$ 1,01
  • Jura PSDBR$ 158 · 160 votosR$ 0,99
  • Evandro PSDR$ 353 · 472 votosR$ 0,75

Votos por real

  • 2012, vereador: 117 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 189 votos por R$ 1.000, 4,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 221 votos por R$ 1.000, 5,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.