Wilson da Dilurdes
Wilson da Costa Leite · nasceu em 1951
Wilson da Dilurdes se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 69 anos, até o fundamental, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016Vereador · Cristiano Otoni (MG)PSDB 45678· centro-direita· na urna, Wilson da de Lourdeseleito81 votos
- 2012Vereador · Cristiano Otoni (MG)PSDB 45678· centro-direita· na urna, Wilson Wilson da de Lourdesnão eleito144 votos
- 2008Vereador · Cristiano Otoni (MG)PSDB 45678· centro-direita· na urna, Wilsoncandidatura não chegou à urna
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Wilson da Dilurdes declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje: 53 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 737,2 mil acima da inflação.
Declarou 53 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Wilson da DilurdesR$ 1,1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Casa na Rua Luiz Augusto de Oliveira N 220 ¿ Centro de…R$ 574,6 milCasa
- Casa na Rua Luiz Augusto de Oliveira N 105R$ 430,9 milCasa
- Participação na Empresa Kelen Transportes 38%R$ 86,2 milOutras participações societárias
- Veiculo Saveiro 2015R$ 44,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Wilson da Dilurdes declarou ao TSE R$ 5,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 2,6 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Cristiano Otoni (MG) · PSDB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 33782,6%
- PessoasR$ 7117,4%
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Cristiano Otoni (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 14,8 por voto. Quem venceu, Evaldo, gastou R$ 2,09 por voto. O voto mais caro custou R$ 108; o mais barato, R$ 2,09.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Meire Do Cláudio Pica Pau PDTR$ 651 · 6 votosR$ 108
- Imaculada PDTR$ 930 · 10 votosR$ 93
- Maria Jose Do Raulino PDTR$ 835 · 32 votosR$ 26,1
- Joaquim PDTR$ 652 · 32 votosR$ 20,4
- Ana Filha Do Chiquinho PDTR$ 651 · 33 votosR$ 19,7
- Welington Rodrigues PDTR$ 722 · 40 votosR$ 18
- Claudio Do Ladim PDTR$ 651 · 44 votosR$ 14,8
- Professor Edimar PDTR$ 767 · 69 votosR$ 11,1
- Romildo Tavares PDTR$ 788 · 73 votosR$ 10,8
- Doutor Jadiniel Magalhães PSDBR$ 849 · 113 votosR$ 7,51
- Elder Gambazinho PPR$ 708 · 119 votosR$ 5,95
- Evaldo PDTR$ 767 · 367 votosR$ 2,09
Votos por real
- 2016, vereador: 81 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 62 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.